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Quatro histórias clássicas sobre a Brasília

Além de quilômetros, carros contam histórias. Shell Helix vai apresentar algumas aqui, em QUATRO RODAS

Por Abril Branded Content Atualizado em 7 dez 2018, 12h39 - Publicado em 21 out 2016, 11h19

Produzida de 1973 a 1982, a Brasília é a filha do meio de uma linhagem de sucesso da Volkswagen no país: tem a mesma base do Fusca e foi sucedida pela primeira geração do Gol.

Foi um dos carros mais vendidos do Brasil na época.. Mas foi nos anos 1990 que uma certa Brasília amarela cheia de estilo conquistou as rádios e o amor dos brasileiros.

Este clássico carrega histórias que passam por gerações. Shell Helix conta algumas para você.

Brasília
A capital do país emprestou o nome para o clássico da Volks

É do Brasil

A ideia era criar um carro com a mesma plataforma do Fusca, mas adaptado ao país. A base era igual, mas o produto final não poderia ser mais diferente: o novo modelo contava com linhas retas, muitos vidros e bastante espaço interno. Já o nome foi uma homenagem à então recém-inaugurada capital.

No auge da sua popularidade, a Brasília foi testada por QUATRO RODAS

Motor valente

No auge da década de 1970, a Brasília foi testada por QUATRO RODAS. O motor 1.6 de 65 cavalos agradou no quesito velocidade, já que chegou ao máximo de 136 km/h e superou os principais concorrentes. A carroceria hatchback foi também considerada moderna para os padrões da época.

A Brasília Amarela, de portas abertas, virou marca registrada dos Mamonas Assassinas

Memória viva

A famosa Brasília amarela dos Mamonas Assassinas foi comprada para fazer parte do clipe da música Pelados em Santos e virou um dos símbolos da banda. Nos anos seguintes, o carro passou por uma odisseia: foi leiloado e abandonado em um ferro-velho até ser encontrado pela família do vocalista, Dinho, em 2015. A Brasília foi reconstruída e, hoje, roda pelas ruas de Guarulhos (SP), cidade natal dos Mamonas.

Amarelo chique

Se seu carro já fez muito por você, retribua com Shell Helix

Lançada em 1979, a versão LS era a mais poderosa da linha e contava com detalhes que, naquele tempo, eram sinônimo de sofisticação: bancos dianteiros com encosto de cabeça integrado, vidros verdes, frisos na lateral e rodas grafite. Já a cor amarela fazia parte do catálogo da Brasília desde o início da década.

Shell Helix

Não importa a idade, mas sim o estilo. Os melhores carros são aqueles que têm tudo a ver com seus donos – como a Brasília amarela. Shell Helix tem uma linha completa e inovadora para todos os tipos de motores que atende às especificações de modelos atuais e antigos.

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