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Preço da gasolina passa dos R$ 8 pela primeira vez no Brasil

De acordo com pesquisa de preços dos combustíveis divulgada pela ANP, é melhor encher o tanque antes de chegar em Angra dos Reis (RJ)

Por Redação 29 jan 2022, 17h36

O preço da gasolina no Brasil alcançou novo valor recorde, passando dos R$ 8 na mais recente pesquisa de preços dos combustíveis divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta sexta-feira (28).

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O preço máximo apurado foi de R$ 8,029 em Angra dos Reis (RJ), no mais caro dos sete postos pesquisados na cidade – onde o litro da gasolina está custando, em média, R$ 7,759. Na semana anterior, o teto havia sido de R$ 7,99.

Apesar do valor assustador, a média de preços dos combustíveis segue estável no Brasil. O valor médio do litro da gasolina até reduziu um pouco, de R$ 6,664 para 6,658 em uma semana. Houve um reajuste de 8% em 11 de janeiro.

O preço do diesel, por sua vez, aumentou pouco em uma semana, de R$ 5,582, em média, para R$ 5,586 no período. O litro mais caro foi registrado em Pindamonhangaba (SP): R$ 6,905. Na cidade, porém, o preço médio apontado pela pesquisa foi de R$ 5,646.

Preço da gasolina
Diones Alves/Veja
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Já o litro do etanol teve queda de quase 1% no seu preço médio (de R$ 5,053 para R$ 5,007).

A alta do preço dos combustíveis está entre os principais responsáveis pela inflação oficial de 10,06% em 2021, a maior desde 2015. Não à toa, o governo vem procurando meios de tentar estabilizar ou reduzir o preço dos combustíveis.

A proposta de criar um fundo estabilizador lastreado pelos lucros obtidos pelo governo com a alta do dólar e do petróleo, que poderia acarretar em uma diminuição de até R$ 3 no diesel e na gasolina, não avançou em Brasília. Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, seria uma manobra cara e pouco eficaz. 

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Outra proposta colocada em debate é a retirada de todos os impostos federais dos combustíveis por meio de uma PEC (proposta de emenda à Constituição), driblando a Lei de Responsabilidade Fiscal, que exige uma compensação para a perda de arrecadação – só a isenção de PIS/Cofins representaria R$ 50 bilhões por ano.

Esta proposta, porém, enfrenta resistência dentro e fora do Governo. Para Guedes, o corte deveria ser feito apenas para o diesel.

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