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Mercedes-Benz renova linha de caminhões, mas continua sem elétrico

Linha de caminhões semipesados Atego ganha visual mais moderno e atualizado e versões do Arocs e Actros serão vendidas apenas com o motor de 530 cv

Por Isadora Carvalho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
31 jan 2024, 20h53

A Mercedes-Benz lançou sua nova linha de caminhões Actros, Atego e do off-road Arocs. Também foram lançados dois caminhões vocacionais para o portfólio 2024: o Atego 1729 compactador de lixo e o Atego 1733 bombeiro, ambos com câmbio automático Allison S3000 P de 6 velocidades – para evitar manutenção com embreagem.

Os modelos Atego, que abrange caminhões médios e semipesados para transporte rodoviário e urbano, foram os que mais mudaram e passam a seguir a identidade visual dos extrapesados Actros (modelos rodoviários e urbanos), assim como a identidade do Arocs nas versões fora de estrada.

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Caminhão voltado para o Corpo de Bombeiros conta agora com transmissão automática (Divulgação/Mercedes-Benz)

As mudanças nos modelos rodoviários incluem novo defletor de ar com atualização aerodinâmica, novo spoiler frontal com farol de neblina opcional na versão rodoviária e para-choque com acabamento termoplástico. Os faróis são modulares, e segundo a marca, permitem substituição individual dos módulos trazendo menor custo de manutenção.

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O visual da versão rodoviária é mais limpo e elegante (Divulgação/Mercedes-Benz)

O design robusto da versão off-road estará disponível como opcional para os modelos urbanos, rodoviários e vocacionais por meio do pacote opcional Robustez. A principal vantagem destes itens está no aumento do ângulo de entrada do veículo em até 5 graus, o que facilita a operação em ruas e estradas com buracos, lombadas e terra, oferecendo menos riscos de quebras e aumentando a disponibilidade do caminhão.

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(Divulgação/Mercedes-Benz)

“É uma maneira de o transportador também garantir melhor valor de revenda. Usa o caminhão com componentes mais resistentes e, ao final, na hora de passar para a frente, substitui as peças dianteiras pelas utilizadas nas versões rodoviárias”, afirma Jefferson Ferrarez, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil. 

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Nas linhas de caminhões extrapesados, uma das novidades é que o Actros 2553 6×2 só será vendido com o motor OM 471 de 530 cv, o mais potente da marca no Brasil, e o Arocs 3353 S 6×4, versão cavalo-mecânico, estreia equipado com o mesmo motor. 

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O Arocs transporta até 150 toneladas e vai atender, em especial, o setor de cana-de-açúcar (Divulgação/Mercedes-Benz)

“Os novos Atego, Actros e Arocs são alguns dos nossos lançamentos, que chegam aos concessionários a partir deste mês. Mas 2024 é ano de Fenatran, IAA e LatBus e estamos preparando muito mais novidades para o mercado”, diz Achim Puchert, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina.

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Ao ser questionado sobre a vinda do eActros 300, que é vendido na Europa desde 2021, o executivo afirma que não há uma confirmação para o lançamento, mas garante que a Mercedes está comprometida com a descarbonização do Brasil.

De acordo com fontes ligadas à indústria, o caminhão elétrico pode ser a grande atração da marca durante a Fenatran, principal feira de transportes que acontecerá em novembro, em São Paulo.

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O caminhão elétrico já é vendido na Europa há três anos (Divulgação/Mercedes-Benz)

Em 2024, a Mercedes-Benz do Brasil celebrará dois recordes, conforme adianta Achim Puchert: “Vamos comemorar 2,5 milhões de caminhões e ônibus Mercedes-Benz produzidos no país desde 1956. Além disso, ultrapassaremos o marco de mais de 530 mil caminhões e ônibus exportados”. 

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A versão 6×2 ganha o motor mais potente da marca (Divulgação/Mercedes-Benz)

Em relação a expectativa da fabricante para o de 2024, o presidente é otimista. “As expectativas, neste início de ano, já são muito boas para dois setores que ocupam posição de liderança na economia brasileira: o agronegócio e a mineração. E há sinais positivos com o aquecimento do varejo a partir da geração de empregos e da construção civil”, diz Puchert. 

O executivo concluiu a coletiva de imprensa informando que o grande desafio da economia do Brasil segue sendo a velocidade da queda de juros. Embora a taxa de juros esteja caindo, ainda está num nível elevado e isso limita muito a capacidade de crédito da empresas e famílias brasileiras.

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