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Honda City Hatch: os destaques do substituto do Fit com preço de SUV

Reunimos 18 pontos positivos e negativos do compacto e ainda respondemos se ele substitui ou não o monovolume de maior sucesso da Honda: o Fit

Por Henrique Rodriguez Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 22 mar 2022, 18h17 - Publicado em 22 mar 2022, 17h01

As primeiras unidades do Honda City hatch estão sendo entregues neste mês de março e para marcar em grande estilo essa estreia reunimos 18 destaques deste compacto para te ajudar a decidir se ele é digno de estacionar na sua garagem. 

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E é claro que a principal questão que vamos responder aqui é se o Honda City Hatch é mesmo um bom substituto para o monovolume Fit, que é um dos modelos de maior sucesso da marca por aqui. 

O City hatch não mistura linhas de monovolume e hatch. É um compacto de verdade e usa até as mesmas portas traseiras do sedã. Mas ele não chega a ser quatro centímetros mais baixo que o Fit. Mas é 24,5 cm mais comprido. 

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Honda City Hatch
Novo Honda City Hatch (Divulgação/Quatro Rodas)

Enfim o City é bem mais comprido que o Fit, mas não tem porta-malas grande. São 268 litros nesse compartimento, quase 100 a menos que no Fit. Mas a percepção de espaço não é pior porque é um compartimento comprido em vez de ser vertical. Ou seja, será possível empilhar as bagagens.

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Porém, o atributo principal da versatilidade do Fit está presente: o assento traseiro levanta completamente e abre um espaço considerável para transporte de carga dentro da cabine. Mas aviso a quem teve ou tem um Fit: nesse modelo vai ficar mais difícil transportar fogões e máquinas de lavar, por causa da altura do vão do porta-malas.

O que ficou faltando?

Essa versão topo de linha, Touring, passa dos R$ 123.000, mas fica devendo alguns equipamentos: retrovisor fotocrômico, monitor de pontos cegos, carregador por indução para smartphones e também não tem teto solar.

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Honda City

O City Touring é R$ 8.400 mais caro que o EXL, de 114.200. E a principal diferença é o piloto automático adaptativo, porém ele não é equipado com stop-and-go (que permite o tráfego autônomo no anda e para de um congestionamento) e desabilita aos 25 km/h e pode ser habilitado aos 30 km/h. 

Voltando a questão do início, definitivamente o City não substitui o Fit e lamento de antemão quem ficará órfão do monovolume. Essa galera provavelmente vai fugir para os SUVs. 

Esse City é um hatch com seus prós e contras. E um desses contras é ser um hatch com preço de SUV. Esse aqui só não é mais caro que um Polo GTS. 

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A edição 755 de QUATRO RODAS já está nas bancas! (Arte/Quatro Rodas)
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