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F-1 deve ter proteção no cockpit a partir de 2017

Além da segurança, FIA também pretende deixar carros mais rápidos

Por Vitor Matsubara Atualizado em 23 nov 2016, 20h38 - Publicado em 24 fev 2016, 13h11
Pastor Maldonado no GP do Brasil de 2015
Proteção ? cabeça deve ser apenas parcial

Os carros da Fórmula 1, enfim, devem ter uma proteção à cabeça dos pilotos. A medida faz parte de um pacote de alterações na aerodinâmica dos monopostos da categoria, anunciada pela FIA nesta quarta-feira, 24 de fevereiro. A entidade espera que as novidades baixem os tempos em até três segundos por volta.

A FIA deve adotar o modelo Halo, que não fecha completamente o cockpit, mas aumenta a proteção à cabeça dos pilotos, preocupação recorrente no automobilismo após as trágicas mortes de Jules Bianchi (na F-1) e Justin Wilson (na F-Indy). Segundo a própria entidade, outros conceitos podem (e devem) ser avaliados, de acordo com o desejo dos atletas.

Quanto às melhorias aerodinâmicas, a FIA pretende deixar os carros mais rápidos promovendo alterações como deixar a asa traseira mais baixa e larga. A largura na parte traseira da peça aumentará em 200 milímetros, passando de 750 para 950 milímetros, enquanto a altura diminuirá em 150 milímetros – chegando a 800 milímetros. A asa dianteira também mudará.

Os pneus serão mais largos visando melhorar a aderência e aumentar a velocidade nas curvas, seguindo o conceito adotado na própria F-1 no passado. Já a carroceria dos bólidos será esticada em 20 centímetros, atingindo a medida máxima de 1,60 metro. Por fim, os carros também ficarão mais pesados: o peso mínimo será de 722 quilos, ante os 702 quilos atuais.

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