EUA: caso de aceleração involuntária de Toyota Camry é julgado

Acidente ocorrido em 2005 causou a morte de uma pessoa

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Começou nessa terça-feira (8), em Oklahoma City, Estados Unidos, o julgamento de um caso que tem a Toyota como ré. Trata-se de um acidente ocorrido em 2005, causado, de acordo com a parte queixosa, pela aceleração involuntária de um Camry.

O carro era dirigido por Jean Bookout, com 76 anos à época. Ela estava deixando uma rodovia e seguindo para uma via local quando, subitamente, o veículo teria acelerado de modo incontrolável, resultando numa colisão que vitimou a passageira Barbara Schwarz (70).

Jere Beasley, advogado de Bookout, mencionou no julgamento que a Toyota já tinha consciência de tal falha na linha Camry desde 2004. Enquanto isso, J. Randolph Bibb, defensor da montadora no caso, afirmou não ter sido detectado qualquer defeito no veículo que pudesse ter resultado no acidente.

Vale ressaltar que a Toyota tem sido processada de modo recorrente nos Estados Unidos com queixas similares a essa. A própria marca já realizou recalls no passado com o intuito de reparar eventuais falhas que provocassem a aceleração involuntária de seus veículos.

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