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Carros que não veremos mais em 2016

Enquanto alguns já se foram, outros têm partida marcada para acontecer ao longo do ano

Por Guilherme Fontana Atualizado em 23 nov 2016, 20h24 - Publicado em 6 jan 2016, 15h50
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Chevrolet Celta

Chevrolet Celta – Lançado no Brasil em 2000, o Celta chegou com a missão de ser o carro de maior volume da Chevrolet. Quase sempre com motor 1.0 (a versão 1.4 é bem rara), o hatch teve versões de duas e quatro portas. Em 2006, além da inédita configuração sedã (Prisma), o modelo ganhou sua primeira reestilização, que passou por outro retoque visual em 2012. Após seus 15 anos de produção, além das mais de 1,5 milhão de unidades vendidas, o Celta teve seu fim decretado. Uma nova família de populares está em desenvolvimento para sua substituição.

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Land Rover Defender

Land Rover Defender – Um dos maiores ícones off-road mundiais se despede em 2016 quase que da mesma forma que foi apresentado em 1948: com seu característico visual robusto que não se rendeu às modernidades. Com mudanças mínimas no visual durante estes 68 anos (e mais de dois milhões de unidades produzidas), o jipão sai de cena já com um substituto a caminho. Segundo a Land Rover, o próximo Defender será o carro mais capaz já produzido pela marca. Um conceito será apresentado ainda este ano para antecipar o que vem por aí.

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Land Rover Freelander

Land Rover Freelander – Desde quando o Range Rover Evoque chegou ao mundo, o Freelander foi perdendo seu espaço. Com visual e tecnologia defasados em relação aos demais modelos da Land Rover, o SUV perdeu ainda mais terreno com a apresentação do Discovery Sport, declaradamente seu substituto. O Freelander não figura mais nos sites norte-americano e britânico da fabricante, mas ainda está presente no brasileiro. O fim da sua produção ainda não foi oficializado, o que deverá ser feito em breve.

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Mahindra XUV500

Mahindra – Se na Índia a Mahindra é a maior fabricante de utilitários, no Brasil a situação sempre foi muito diferente. Por aqui, a marca nunca foi sucesso de vendas. Em 2015, a crise que atingiu a economia brasileira e a desvalorização da moeda local foram o estopim para que a fabricante encerrasse suas atividades no país

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Mercedes-Benz GLK

Mercedes-Benz GLK – O caso do GLK é particularmente parecido com o do Freelander: sua morte já estava marcada para acontecer. Com características linhas mais robustas em relação aos demais utilitários esportivos da marca, o modelo foi substituído pelo GLC (prestes a chegar ao Brasil), que nada mais é que uma nova geração do GLK rebatizada para seguir as regras da nova nomenclatura dos SUVs da Mercedes. O modelo está sendo retirado das lojas no mundo todo em conjunto com a chegada do GLC. Ou seja, ainda é vendido no Brasil.

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Mini Cooper Coupé

Mini Cooper Roadster e Coupé – A Mini nunca fez questão de manter em segredo a descontinuação das versões Roadster e Coupé do Cooper. Com isso, a nova geração da linha ficou restrita ao hatch (com três e cinco portas, além da versão conversível) e aos crossovers Paceman e Countryman. De acordo com a fabricante, os modelos não terão substitutos diretos.

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Mitsubishi Lancer Evolution X John Easton

Mitsubishi Lancer Evolution – Talvez a maior perda de 2016 seja o Lancer Evolution. O mito das pistas e dos rallys teve sua despedida anunciada em 2014, sendo marcada pela série especial John Easton, avaliada por QUATRO RODAS. Na ocasião, a marca apontou baixa procura pelo modelo. Isso não só encerrou a vida do Evo, como também fez com que a Mitsubishi deixasse de lado seus modelos esportivos para apostar nos híbridos. Ou seja, nada de substituto por ora. Vale ressaltar que as versões convencionais do sedã permanecem.

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Mitsubishi Pajero TR4 O’Neill

Mitsubishi Pajero TR4 – Desde o ano de 2002, o Pajero TR4 foi produzido nacionalmente em Catalão (GO). Conhecido por seu desenho robusto, o jipinho foi o primeiro modelo a combinar tração integral e motorização bicombustível, mas perdeu o fòlego com o passar do tempo. Para a despedida, a Mitsubishi preparou a série limitada O’Neill, também presente no atual ASX que, indiretamente, tomou o lugar do TR4 em sua nova versão Outdoor.

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Nissan Livina

Nissan Livina – Lançada no Brasil em 2009, a Livina (além da Grand Livina) teve vida curta por aqui. Com aproximadamente 65 mil unidades vendidas no país desde seu lançamento, a minivan deixou de ser oferecida pela Nissan em 2015. De visual insosso, o modelo tornou-se um coadjuvante na linha da marca no Brasil, que já se preparava para a chegada do inédito Kicks, um SUV compacto que atende às demandas do mercado atual. Com isso, contrariando as especulações, a Nissan não terá um substituto direto da Livina no momento.

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Volkswagen Phaeton

Volkswagen Phaeton – Ele nunca veio ao Brasil, mas tem grande importância para a afirmação da Volkswagen em algumas partes do mundo, como na China. Ao longo dos anos, o sedã grande da VW, concorrente direto de Audi A8, Mercedes Classe S e BMW Série 7, apresentou números de vendas desastrosos até mesmo no mercado chinês, onde fez sucesso em sua chegada. Com isso, a marca decidiu retirá-lo de produção. Uma geração completamente nova está quase pronta e programada para 2020.

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Volkswagen Polo

Volkswagen Polo – No caso do Polo, falaremos sobre sua substituição logo no início e com apenas uma palavra: Fox. O novato chegou devagar e, no mesmo compasso, foi jogando o Polo para escanteio até que saísse de campo. A Volkswagen demorou para assumir a descontinuação do modelo, até que deixou claro o novo posicionamento do Fox, que tornou-se o intermediário entre Gol e Golf. Mais do que isso, o Polo sofreu por ficar defasado em relação ao modelo europeu – quem não se lembra da época em que a globalização do Polo era exaltada em propagandas?

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