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E se jogarmos a chave presencial para fora do carro em movimento?

Levamos um Fiat Argo para um campo de provas e fizemos o teste. Veja o que acontece em nosso vídeo exclusivo

Por Ulisses Cavalcante, Henrique Rodriguez - Atualizado em 17 dez 2018, 15h48 - Publicado em 2 ago 2017, 18h04
Pegamos a chave presencial de um Fiat Argo e jogamos pela janela Captura de tela/Quatro Rodas

Chaves presenciais estão chegando aos carros compactos e começam a mudar hábitos. A rotina de inserir uma haste metálica no cilindro atrás do volante está bem próxima do fim.

Agora, se a chave eletrônica estiver dentro do veículo, basta pressionar o freio e o botão start para acionar o motor. O acessório pode ser mantido no bolso, numa mochila ou mesmo solta no console.

Isso traz um risco: a perda. No caso, a perda da chave com o carro em movimento ou com o motor ligado. No vídeo, jogamos para fora do automóvel para ver o que acontece. Assista abaixo:

No dia a dia, há situações de risco real em que a chave presencial pode lhe causar problemas. Por exemplo:

1) Duas pessoas estão no carro e vão para destinos diferentes. O motorista A está com a chave no bolso, chega ao destino e sai do carro para que o motorista B assuma o volante. No entanto, ele se esquece de entregar a chave.

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O Chevrolet Cruze é um dos poucos carros que permitem a partida do motor nesta situação.

2) Alguns estacionamentos têm o mau hábito de deixar chaves sobre o limpador do para-brisa. É possível que alguns modelos possam ser ligados nessa situação.

Você vai até o carro, consegue ligar o motor e vai embora, sem notar que a chave presencial não está em local seguro, e a perde na primeira curva.

Em QUATRO RODAS, já recebemos cartas de leitores se queixando de ambas as situações.

Partida no botão elimina o cilindro de chave Captura de tela/Quatro Rodas

 

 

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