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As baterias de carros elétricos sofrem de “efeito memória”?

Por Redação - Atualizado em 23 nov 2016, 20h15 - Publicado em 14 dez 2015, 15h20
Audi A3 e-tron Sportback
Audi A3 e-tron Sportback

A bateria do carro elétrico tem o problema de efeito memória, como nos celulares? Temos de esperar que a carga acabe por completo ou ao primeiro sinal de carga baixa podemos recarregá-la? – Fabio Luiz de Moura, São José dos Campos (SP)

As baterias mais usadas em veículos elétricos e híbridos são as de íons de lítio, devido a sua densidade de energia armazenada, a sua durabilidade e à ausência do “efeito memória”, o que permite usar o veículo sem a preocupação de deteriorar a capacidade de armazenamento se forem carregadas com ainda alguma carga residual. O ideal para essas baterias é recarregá-las sempre que for possível, pois quanto mais cedo isso for feito, maior será sua durabilidade. Aliás, a mesma lógica se aplica às baterias dos celulares atuais, que também são de íons de lítio.

Os modelos atuais também possuem um chip que controla a entrada e saída de carga, eliminando o risco de a bateria de íons de lítio simplesmente explodir – como ocorria no passado com notebooks e celulares de primeira geração. O que pode acontecer tanto nos carros elétricos como nos aparelhos eletrônicos é a perda de eficiência na retenção e fornecimento de energia, dando a impressão de que a capacidade da bateria diminuiu ao longo do tempo.

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