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Relacionamento familiar

Por Redação 5 mar 2015, 10h00

Por Péricles Malheiros

45.107 km

Pela segunda vez, o redator-chefe Zeca Chaves encarou com a família (e um carro de Longa Duração) duas semanas de viagem pelo Brasil. Primeiro, com o Golf, explorou a Bahia e o Espírito Santo. Agora, de Corolla, foi para a Região Sul do Brasil.

A primeira diferença perceptível (e bem-vinda) foi o porta-malas. Só com os 470 litros do Toyota foi possível colocar toda a bagagem de um casal e dois filhos, além de sobrar espaço para trazer bons vinhos da região de Bento Gonçalves (RS) e algumas compras de Gramado (RS). Nos 338 litros do Golf, uma parte das malas nem sairia de São Paulo.

Outra qualidade elogiada pelos passageiros Vítor (14 anos) e Sofia (12 anos) foi o espaço no banco traseiro. “O Golf era bom, mas o Corolla ganha fácil”, diz Sofia. Ambos aprovaram um recurso de segurança: o antiesmagamento dos vidros elétricos. Para se proteger do sol, eles colocavam cangas de praia nas janelas traseiras e, por duas vezes, prenderam o dedo. “O vidro desceu sozinho assim que pegou a mão. Então nem doeu muito”, conta Vítor.

Num dia de chuva forte, em São Sebastião (SP), o Corolla teve a região traseira invadida pela água. O estacionamento inundou e a água passou da linha inferior da porta. “Fiquei surpreso quando vi o assoalho traseiro encharcado. Conferi os carros ao lado e em nenhum deles a água entrou”, conta Zeca.

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Na cabine, altos e baixos. O Bluetooth desagradou por não conseguir se conectar aos celulares dos ocupantes, mas ganhou elogios por oferecer uma tomada de 12 volts na região traseira, onde os adolescentes aproveitaram para avaliar uma minigeladeira.

Cristiane, esposa de Zeca, aprovou o conforto do Corolla: “A suspensão é mais suave do que a do Golf”. Mas o redator-chefe não gostou dessa maciez, principalmente nas serras de Santa Catarina e Paraná: “A carroceria inclina demais e, com o porta- -malas cheio, a traseira escapa um pouco. Como o Corolla não tem ESP, é preciso redobrar o cuidado”.

Como os carros flex da frota são abastecidos apenas com etanol – e esse é o caso do Corolla –, chamou atenção a variação de quase 50% no valor do litro, entre R$ 1,849 e R$ 2,749, ao longo da viagem.

Além do combustível, entram para a lista de gastos do mês o reparo de um pneu furado (R$ 50) e a revisão de 40 000 km, feita na concessionária paulistana T-Line em um único dia, ao custo de R$ 588 – R$ 26 a menos que o preço sugerido.

Consumo
No mês: 8,7 km/l com 10,1% de rodagem na cidade
Desde mai/14: 8,4 km/l com 25% de rodagem na cidade
Combustível: etanol

Gastos no mês
Combustível: R$ 2 492
Reparo de pneu: R$ 50
Revisão: R$ 588
Alinhamento: R$ 160

Principais ocorrências
12 215 Marcador de combustível não registra tanque cheio
12 247 Sistema antiesmagamento dos vidros ativado indevidamente
17 225 Sibilo na velocidade média do sistema de ventilação
43 302 Invasão de água com acúmulo no assoalho traseiro

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