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Suzuki Jimny sai de linha na Europa por não atender nova lei ambiental

Jipe japonês não se enquadra nas rígidas normas de emissões do continente e sairá de linha até o fim deste ano, mas pode voltar à vida após receber mudanças

Por Daniel Telles - 27 jan 2020, 16h23
Suzuki Jimny
Suzuki Jimny emite entre 154 e 170 g/km de CO2, limite será de 95g/km Divulgação/Suzuki

As cada vez mais rígidas regulamentações ambientais estão fazendo outra vítima na Europa: o Suzuki Jimny.

O jipinho japonês não conseguirá se adequar ao novo novo limite de emissão de CO² (95g/km) que passará a vigorar a partir de 2021 no continente europeu, e assim deixará de ser vendido por lá.

Nova geração chegou ao Brasil em 2019 com motor 1.5 de 108 cv de potência e 14,1 mkgf de torque Fernando Pires/Quatro Rodas

Atualmente a emissão de CO² do SUV varia entre 154 e 170 g/km, o que implicaria uma multa milionária à fabricante, que descarta a hipótese.

A Suzuki, inclusive, já orientou seus concessionários europeus a não mais realizarem pedidos do jipinho.

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Angulo de ataque da nova geração foi para 37 graus Fernando Pires/Quatro Rodas

No entanto, o modelo pode retornar ao velho continente já em meados do ano que vem.

Isso porque o jipinho deve ganhar algumas alterações – entre elas a eliminação dos bancos traseiros – para poder ser vendido como veículo comercial, categoria que não se enquadra na nova regulamentação ambiental.

Mais adiante também é possível que o veículo ganhe atualizações no conjunto mecânico que diminuam as emissões de CO2, para que assim possa voltar a ser vendido como veículo de passageiros.

Para os fãs brasileiros do modelo, a boa notícia é que no Brasil o Jimny segue vivo e vendido em duas gerações: a penúltima, que segue sendo produzida em Catalão (GO), e a nova, importada do Japãol

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A nova geração do SUV chegou por aqui no final de 2019 importada do Japão e custando R$ 103.990 em sua versão de entrada. Já a anterior, nacional, parte de R$ 74.490.

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