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Stock Car terá Toyota Corolla em 2020 e voltará ao chassi monobloco

Motor V8 6.8 atual deverá ser aposentado, enquanto equipe japonesa terá gestão e pilotos argentinos; FCA poderá participar da competição

Por Gabriel Aguiar, Péricles Malheiros e Zeca Chaves Atualizado em 11 nov 2019, 12h57 - Publicado em 11 nov 2019, 12h51
Sedã usado no Brasileiro de Marcas mantinha a carroceria, mas ganhava nova suspensão e trem de força Brasileiro de Marcas/Divulgação

A Stock Car terá novo participante em 2020: o Toyota Corolla. O anúncio deve ser feito na tarde desta segunda-feira (11).

Mas essa não será a principal mudança para a próxima temporada, já que a categoria voltará a usar chassi monobloco no ano que vem – como no extinto Campeonato Brasileiro de Marcas –, algo que não fazia desde 2001.

O Chevrolet Cruze, que é o único modelo a disputar a temporada atual, será mantido na competição.

Entretanto, assim como o futuro rival, também aproveitará uma base monobloco da versão de produção, em vez da estrutura tubular com bolha de fibra de vidro usada atualmente.

A Toyota apoiou o Brasileiro de Marcas até a penúltima temporada, em 2017 Brasileiro de Marcas/Divulgação

Os motores ainda não estão definidos, mas é provável que o atual V8 6.8 movido a etanol seja aposentado em favor de algum conjunto menor e sobrealimentado.

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Por outro lado, o conjunto de suspensões duplo-A deverá se manter igual àquele utilizado pela Stock Car atualmente.

Cruze usado no Brasileiro de Marcas tinha a carroceria original, ao contrário da Stock Car Brasileiro de Marcas/Divulgação

Curioso é que a participação nipônica ficará a cargo da Toyota Motorsport da Argentina, que inclusive deve trazer pilotos do país vizinho para competir com os brasileiros.

Nossas fontes indicam que um terceiro fabricante deverá marcar presença na competição já no ano que vem, e que o grupo FCA é um dos candidatos.

  • Procuradas por QUATRO RODAS, FCA, GM e Toyota não se pronunciaram até o momento. Já a Stock Car não quis comentar o assunto.

    Entretanto, fontes ligadas à empresa ítalo-americana afirmam que, há pelo menos dois meses, houve reuniões para discutir a participação na competição.

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