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Para analistas da Goldman Sachs, ações da Tesla estão supervalorizadas

Ações da marca deveriam custar 200 dólares, e não os US$ 238 praticados

Por redação Atualizado em 9 nov 2016, 13h32 - Publicado em 19 mar 2014, 12h06
sustentabilidade

Uma pesquisa divulgada pelos analistas da indústria automobilística do grupo financeiro Goldman Sachs mostrou que as ações da Tesla (TSLA) estão supervalorizadas, apesar da tecnologia promissora que a empresa oferece em seus veículos elétricos.

Patrick Archambault, analista da Goldman Sachs, comparou o CEO da Tesla com Steve Jobs, da Apple, dizendo que o Model S é muito parecido com o iPhone. A principal diferença é vai levar muito mais tempo para os carros elétricos da Tesla ocuparem uma parte considerável na indústria automobilística, do que levou para o iPhone dominar o mundo dos smartphones.

Segundo o estudo, se a Tesla lançar um carro de entrada, que não seja de luxo, nos próximos anos, como indicam os rumores, Archambault prevê que a empresa poderia vender 500 mil carros elétricos por ano até 2022 ou 2023. Com base nessas projeções, os analistas do Goldman Sachs afirmam que um preço justo para as ações da Tesla agora seria de cerca de US$ 200 por ação, e não os US$ 238 praticados atualmente em Wall Street, apontando uma supervalorização de quase 40 dólares

“Um mundo onde os carros eléctricos sejam veículos padrão é uma possibilidade distinta e provavelmente desejável, mas ainda não chegou esse momento”, escreveu ele. “A TSLA, no entanto, tem um preço como se já fosse uma realidade, e é por isso que, embora eu admire o que Tesla está fazendo, não sou um fã de suas ações”.

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