Conheça o maior colecionador de QUATRO RODAS

Engenheiro tem mais de 2.000 revistas e levou 15 anos para conseguir o acervo completo

Caetano: várias revistas repetidas como reserva Caetano: várias revistas repetidas como reserva

Caetano: várias revistas repetidas como reserva (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)

Em 57 anos, já contamos a história de muitos colecionadores de carros, mas é a primeira vez que falamos do maior colecionador da QUATRO RODAS.

O engenheiro Francisco Caetano, 34 anos, possui 2.000 edições. Além das mensais, tem todos os especiais já publicados, como coletâneas e livros.

“Da maioria das revistas tenho dois exemplares, para sempre ter uma nova. É por isso que possuo os exemplares das décadas de 60, 70 e 80 em dobro.”

O raro álbum de figurinhas, de 1989, foi comprado completo. Trazia modelos da época e futurísticos O raro álbum de figurinhas, de 1989, foi comprado completo. Trazia modelos da época e futurísticos

O raro álbum de figurinhas, de 1989, foi comprado completo. Trazia modelos da época e futurísticos (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)

Para preservá-las, cada uma está embalada em um plástico para protegê-la do calor e da umidade. Esse esmero pode ser visto também no local de armazenamento: “Utilizo um quarto inteiro na casa dos meus pais apenas para guardar as revistas, organizadas em dez caixas plásticas”.

Mas nem sempre foi assim. “Antes, a coleção ficava guardada debaixo das camas”, relembra. O amor pela marca começou quando ele tinha 8 anos e ganhou do irmão a edição de junho de 1989: “Nunca vou esquecer: trazia na capa o Gol GTi e o Kadett GS”. Logo depois, ele começou a procurar os números mais antigos.

Após alguns anos, juntou pouco mais de 100 exemplares. Mas aos 11 anos teve que se desfazer deles. “Iríamos mudar de Taubaté (SP) para Paraisópolis (MG), e minha mãe só deixou que levasse algumas.”

Salvou 30 revistas, mas teve que garimpar tudo de novo. Aos 20 anos, já tinha quase tudo. Começou, então, a ir atrás da edição mais rara: a número zero. Enfim, a encontrou na internet.

A "número zero" foi usada em 1960 para as agências de publicidade conheceram como seria a futura QUATRO RODAS A “número zero” foi usada em 1960 para as agências de publicidade conheceram como seria a futura QUATRO RODAS

A “número zero” foi usada em 1960 para as agências de publicidade conheceram como seria a futura QUATRO RODAS (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)

“Mal conseguia conter a alegria de pegar o exemplar nas mãos”, afirma Caetano, que não revela o preço pago.

A coleção foi tão importante para ele que influenciou sua profissão. Hoje ele é engenheiro automobilístico: atua na Lear, fornecedora de bancos e chicotes elétricos. “Sou grato por todo o conhecimento adquirido.”

A coleção de CDs, lançada em 2000, contava com a ficha técnica e fotos de todos os carros já testados A coleção de CDs, lançada em 2000, contava com a ficha técnica e fotos de todos os carros já testados

A coleção de CDs, lançada em 2000, contava com a ficha técnica e fotos de todos os carros já testados (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)

 

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  1. Franco Vieira

    Essa “número zero” eu desconhecia. Sou fichinha perto desse cara, tenho um pouco mais de 300. No meu caso também coloquei elas dentro de plástico, e depois foram guardadas dentro de caixas de arquivo. Parabéns a ele pela coleção.

  2. Andre Gessner

    Tenho a coleção até 2006, todas dentro de plásticos também e a grande maioria em excelente estado. Tenho a caixa com os DVD’s, mas essa aí tá surrada perto da minha.

  3. Andre Gessner

    Será que ele viu esse: