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Fim de uma era: Saab oficialmente deixa de existir

Consórcio chinês não poderá utilizar nome da finada marca em seus produtos

Por Vitor Matsubara Atualizado em 23 nov 2016, 21h14 - Publicado em 21 jun 2016, 20h30
saab-9-3
A plataforma do Saab 9-3 dará origem a um veículo elétrico

Se você é fã da Saab, pode pegar um lenço. A National Electric Vehicle Sweden (NEVS), consórcio sino-sueco responsável pela aquisição da antiga montadora, oficializou nesta terça-feira, 21 de junho, que não poderá utilizar o nome Saab em nenhum de seus futuros produtos.

Embora tenha adquirido praticamente todas as ações e a estrutura da falida Saab, a NEVS nunca obteve autorização para usar os direitos de marca da empresa sueca. Como nada mudou desde então, não restou outra alternativa a não ser vender seus futuros veículos como a marca NEVS. A divisão de automóveis da Saab (Svenska Aeroplan Aktiebolaget, ou “Companhia Aeronáutica Sueca, em português) foi fundada em 1945, como parte da empresa que até hoje produz aviões como os caças Gripen que a Força Aérea Brasileira está adquirindo.

A marca lançou seu primeiro automóvel de passeio, o Saab 92, em 1949. Duas décadas depois, a divisão de automóveis da Saab se uniu à Scania. A junção foi desfeita apenas em 1989, quando a Saab-Scania sofreu uma reestruturação e teve metade de suas ações vendidas à General Motors, com a Investor AB adquirindo a metade restante. Em 2000, a GM exerceu seu direito de compra dos outros 50%, assumindo o controle total da marca escandinava.

A derrocada começou em 2010, quando a holandesa Spyker comprou a endividada Saab e não conseguiu lidar com as crescentes dívidas. Em 2011, a Saab entrou com um pedido de falência, sendo que no ano seguinte foi cogitada a realização de uma joint-venture com a fabricante chinesa Youngman, mas o acordo fracassou. Apenas em 2012 que a empresa sueca foi adquirida pela NEVS. O consórcio chinês, aliás, anunciou que lançará seu primeiro modelo (baseado na plataforma do Saab 9-3) em 2017. A intenção da empresa é conquistar boa aceitação na China para, então, buscar espaço em outros mercados pelo mundo.

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