Toyota C-HR: tudo sobre o novo rival de HR-V, Renegade e cia

SUV é opção da marca para concorrer no mercado de compactos. Mas sua vinda ao Brasil ainda é incerta

Toyota C-HR Toyota C-HR

Toyota C-HR  (/)

Apresentado no começo do ano em Genebra e exposto no Salão de Paris nessa semana, o Toyota C-HR já está à venda no mercado europeu. O C-HR é construído sobre a plataforma TNGA, a mesma utilizada pelo híbrido Prius — que pode ser fabricado no Brasil em 2018. Com isso, existe a possibilidade de a Toyota produzi-lo por aqui também. Caso seja confirmado para o Brasil, tem chances de balançar o segmento dominado atualmente pelo Honda HR-V e Jeep Renegade.

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Com linhas futuristas, o modelo se destaca pelo para-choque dianteiro com aberturas verticais e horizontais. O caimento acentuado do teto remete a um cupê e a tampa do porta-malas está integrada às lanternas, que ostentam um formato de bumerangue — recurso estilístico similar ao do novo Honda Civic.

 

De porte avantajado, o C-HR mede 4,35 metros de comprimento, 1,8 m de largura e 1,57 m de altura. Para efeito de comparação, o HR-V tem, respectivamente, 4,29, 1,77 e 1,59 m. No entanto, o porta-malas é menor, com 370 litros, ante os 437 litros do HR-V.

Por dentro, o C-HR não decepciona e traz um desenho minimalista e aparentemente um bom nível de acabamento. No painel, central multimídia com tela de 8 polegadas voltada para o motorista.

 

Na lista de equipamentos, destaque para o controle de velocidade adaptativo (com frenagem autônoma e reconhecimento de pedestres), detector de ponto cego, alerta de saída de faixa, luzes diurnas de led, sistema keyless e sistema de purificador de ar.

Na Europa, é vendido com um motor 1.2 turbo de 116 cv e 18,8 mkgf de torque e um 1.8 híbrido de 122 cv e 14,4 mkgf. Nos Estados Unidos, é previsto que tenha no catálogo o mesmo 2.0 aspirado do Corolla, de 143 cv. Ambos os conjuntos são equipados com câmbio automático CVT. Já a opção manual de seis marchas é exclusiva do propulsor turbo.

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