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Quatro Rodas de abril: já andamos na nova geração do Hyundai Creta

Nova geração do SUV compacto da Hyundai estreia no segundo semestre, mesma época do lançamento do novo SUV da Fiat – que também detalhamos nessa edição

Por Redação Atualizado em 16 abr 2021, 15h16 - Publicado em 16 abr 2021, 13h13
Capa Quatro Rodas 744 Abril 2021
Arte/Quatro Rodas

Sim, a versão nacional da nova geração do Hyundai Creta terá visual praticamente igual ao do carro fabricado na Índia e na China. Mas quem vê cara não vê coração.

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Na edição de abril (744) de QUATRO RODAS fomos até o México conhecer de perto esta segunda geração do SUV compacto que estreia no Brasil no segundo semestre.

Além de não parecer tão esquisito de perto, o Creta demonstrou uma boa evolução na dinâmica e na qualidade dos materiais internos. E a presença de motor turbo é um capítulo a parte.

A nova edição começa a chegar às bancas e às plataformas digitais nesta sexta-feira (16) e ainda traz detalhes exclusivos sobre o novo SUV da Fiat, o chamado “Proggeto 363“, e sobre seu futuro irmão 376, um SUV cupê à moda do VW Nivus, mas que terá preço e sofisticação de T-Cross.

Também confrontamos os Hyundai HB20 e Chevrolet Onix em suas versões com motor 1.0 turbo e câmbio automático. Confira qual dos dois hatches compactos mais vendidos do Brasil levou a melhor desta vez.

Capa Quatro Rodas 744 Abril 2021
Arte/Quatro Rodas

Reportagem especial mostra que rodovia de Santa Catarina lidera, com folga, o ranking dos trechos mais perigosos das estradas federais brasileiras e investiga as causas. Spoiler: até shopping e condomínios de luxo têm culpa.

No Longa Duração, demos uma segunda chance para a Fiat Strada e refizemos o teste de desempenho após verificação da concessionária. O Onix Plus também foi para a oficina, mas para uma revisão, e identificamos novos erros. O Tiggo 5X, por sua vez, revelou como anda seu prestígio no mercado de usados.

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Carta ao leitor – A força dos elétrons

Quem gosta de carro equipado com motor a combustão, e vive no Brasil, se sente aliviado quando ouve a notícia de que a Europa vai proibir a circulação desse tipo de veículo, nas próximas décadas, e tem certeza de que essa é uma realidade ainda distante por aqui.

Não é só pela preservação do ronco dos motores, a primeira coisa que desaparece quando chega um elétrico. Mas também pela vibração típica dos motores a explosão e, os mais verdes que me perdoem, pelo perfume da gasolina.

Não é porque gostamos de carro com motor a combustão, porém, que não reconhecemos os benefícios da eletrificação. Do ponto de vista do prazer ao dirigir, os carros mais rápidos da atualidade são híbridos ou elétricos. E até mesmo as marcas que são a quintessência da esportividade, como Ferrari e Porsche, já aderiram à força dos elétrons.

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Com um motor V8 e três elétricos, a Ferrari SF90 Stradale vai de 0 a 100 km/h em 2,5 s Divulgação/Quatro Rodas

Mas existem outras vantagens como a redução da poluição, nociva ao planeta e às pessoas, e a afinidade dos elétricos com a conectividade, o que abre um mar de possibilidades, tanto no que diz respeito à segurança do trânsito quanto à qualidade da vida a bordo, porque, afinal de contas, carro também serve como meio de transporte.

Nesta edição, temos dois híbridos em nossas páginas, o Ford Explorer e o Peugeot 508 PSE. No mês passado, mostramos o Corolla Cross híbrido, fabricado no Brasil. E quando uma marca norte-americana como a GM anuncia que vai deixar de produzir modelos com motores térmicos e essa decisão atinge todas filiais do grupo, inclusive a brasileira, esse é um sinal inequívoco da mudança.

Enquanto produzíamos esta revista, recebemos a edição do 1º Anuário Brasileiro da Mobilidade Elétrica, feito pela Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME), que confirma que o Brasil ainda está engatinhando na eletrificação, mas sinaliza diversas oportunidades para as empresas nessa área.

Porsche Taycan
O Taycan Turbo S tem dois motores elétricos, que juntos geram 761 cv e 107,1 kgfm de torque Fernando Pires/Quatro Rodas

Uma delas é o fato de a eletrificação poder ser associada aos combustíveis renováveis, no esforço do país para reduzir suas emissões dentro das metas do Acordo de Paris. Os híbridos-flex ou híbridos-etanol parecem perfeitos nesse contexto.

O carro elétrico ainda não é a salvação do planeta porque, embora não emita, ele precisa ser alimentado com energia igualmente limpa para fazer sentido. E a produção de suas baterias causa um passivo ambiental pesado tanto na fabricação, com o emprego de materiais raros e de difícil prospecção, quanto no descarte. Esses são problemas que a tecnologia terá de resolver.

De nossa parte, estaremos aqui sempre atentos às transformações que vão acontecer.

Paulo Campo Grande
Redator-chefe
pcg@abril.com.br

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