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Lamborghini diz que será “última marca” a ter carros autônomos

Diretor ressaltou que modelos da empresa são feitos para quem gosta de dirigir

Por Vitor Matsubara - 28 set 2017, 15h59
Diretor da marca ressaltou que Lamborghini não deve vender carros autônomos tão cedo Lamborghini/Divulgação

Ser uma marca badalada como a Lamborghini tem seus privilégios. Apesar de contar com todo o apoio (financeiro e tecnológico) do Grupo Volkswagen, a italiana pode se dar ao luxo de ser uma das últimas (senão a última) a adotar novas tecnologias.

A empresa demorou a adotar as transmissões de dupla embreagem e ainda é uma das poucas do setor automobilístico a resistir aos carros  híbrido. E, se depender dos diretores da casa, dificilmente veremos um Lambo autônomo.

Durante uma entrevista à Digital Trends, o diretor de pesquisa e desenvolvimento da marca, Maurizio Reggiani, reiterou o comprometimento da empresa em produzir veículos para quem gosta de dirigir.

Além disso, Reggiani justificou a decisão alegando a falta de interesse do público na tecnologia de condução 100% autônoma.

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“Quem compra um Lamborghini está levando diversão e prazer ao dirigir. Se o assunto é direção autônoma, acho que seremos a última marca a oferecer esta tecnologia”.

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SUV será revelado ainda neste ano Lamborghini/Divulgação

Mesmo assim, a empresa admitiu que oferecerá tecnologias de condução semiautônoma em seu novo utilitário esportivo, o Urus – que deve ser o primeiro e único modelo híbrido da Lamborghini.

“Vamos ter piloto automático adaptativo, câmeras, assistente de permanência em faixa e todos os itens presentes em um veículo premium como o Urus. Mas nada no sentido de condução totalmente autônoma”, concluiu Reggiani.

 

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