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Fiat Pulse 1.3 CVT: faz quase 18 km/l e é o SUV mais econômico do Brasil

Modelo básico é bem equipado e seu motor aspirado é eficiente, porém o seu desempenho não empolga com 0 a 100 km/h de quase 14 segundos

Por Isadora Carvalho Atualizado em 17 Maio 2022, 17h04 - Publicado em 17 Maio 2022, 17h03

Em outubro passado a Fiat apresentou seu grande lançamento em anos, o Fiat Pulse. Era tão esperado não só porque é o primeiro SUV nacional da marca, mas também por ser equipado com o motor 1.0 mais potente do país, o Turbo 200 Flex que rende até 130 cv. 

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Se as versões de entrada do Pulse são equipadas com o conhecido 1.3 Firefly Flex aspirado, a novidade era o câmbio CVT com simulação de sete marchas, que surpreende pela economia. 

Fiat Pulse 1.3 CVT

Em nosso teste, a versão Drive 1.3 CVT, que está logo acima da de entrada equipada com câmbio manual, mostrou-se muito econômica. O modelo fez 13 km/l na cidade e incríveis 17,8 km/l no ciclo rodoviário – o tornando o SUV mais econômico do Brasil. 

Em vídeo, mostramos se vale a pena investir no Pulse com o mesmo motor do hatch Argo.

Quais as diferenças?

Na dianteira pouca coisa muda pra versão topo de linha, Impetus, os faróis são em led assim como as luzes diurnas e já são de série desde a versão de entrada manual. A diferença é a ausência dos faróis de neblina que estão presentes somente na versão mais cara.

Mas, a pintura bicolor, pode ajudar a deixar a versão mais barata com ares de mais cara. É um opcional que custa R$ 983 e só tem a combinação do teto preto com vermelho ou com cinza, como a unidade testada.

As maçanetas e os retrovisores externos já são pintados na cor da carroceria na Drive CVT, na manual esses itens são em preto como pode conferir pelas imagens. As rodas são de liga leve de 16” e têm o mesmo desenho das demais versões, porém na topo de linha elas são de 17” e o acabamento é diamantado. 

Pulse 1.3 CVT
Pintura em duas cores é um item oferecido como opcional para o Pulse Fernando Pires/Quatro Rodas

Como era esperado, o acabamento é mais simples. Mas, apesar da predominância de plásticos pretos, há grande variedade de texturas entre as peças, o que ajuda a tornar o conjunto mais bonito.

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A distinção gritante está no quadro de instrumentos que tem tela toda digital de 7” na versão mais cara e por aqui os mostradores são analógicos nas extremidades e há uma pequena tela digital no centro para o computador de bordo.

Pulse 1.3 CVT
Diferentes texturas ajudam a quebrar a monotonia das peças de plástico Fernando Pires/Quatro Rodas

A central multimídia tem tela de série de 8,4”, mas se você quiser a tela maior de 10,1”, como no Compass, é só pagar R$ 983 a mais.

Mais econômico, mas não empolga

A maior diferença das versões Drive e Drive CVT para as demais é o motor. Elas são equipadas com o motor 1.3 Firefly Flex aspirado, de 107 cv de potência e 13,7 kgfm de torque, enquanto as outras trazem o novo motor 1.0 de três cilindros, com turbocompressor e injeção direta, flex, que rende 130 cv e 20,4 kgfm (com etanol). O câmbio é sempre CVT com sete marchas simuladas.

Cada escolha tem perdas e ganhos. No desempenho, o motor turbo apresenta respostas mais rápidas e o carro fica mais gostoso de dirigir. Nas acelerações, enquanto o Impetus fez de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos, o Drive ficou com o tempo de 13,9 segundos.

Pulse 1.3 CVT
Derivado do Argo, o Pulse herdou portas, teto, vidros e para-brisa do hatch Fernando Pires/Quatro Rodas

O motor 1.3 tem o máximo de torque entregue aos 4.000 giros e o 1.0 turbo aos 1.750 rpm e portanto as acelerações são mais progressivas no carro equipado com o motor turbinado e no quickdown do acelerador é possível sentir uma diferença significativa entre os motores. 

O casamento com o câmbio CVT que simula sete marchas também não contribui pra tornar o modelo mais ágil, o comportamento da transmissão é suave, mas a morosidade típica dos CVT persiste.

Mas, no consumo, as posições se invertem, com o Impetus conseguindo as médias de 10,4 km/l, na cidade, e 14,2 km/l, na estrada; e o Drive, 13 km/l e 17,8 km/l, respectivamente (sempre com gasolina).

O pacote básico de equipamentos do Pulse não exige sacrifícios. De série, a versão Drive CVT vem com quatro airbags, ar-condicionado digital e automático, controle de tração e estabilidade e sistema TC+ (que ajuda a direcionar o torque para a roda com tração).

Mas, ele ainda pode ser equipado com chave presencial, partida remota, GPS, câmera de ré, carregador de celular sem fio e central com tela de 10” – mas tudo isso eleva a conta em R$ 8.869. 

Bem completo

O pacote básico de equipamentos do Pulse não exige sacrifícios. De série, a versão Drive CVT vem com quatro airbags, ar-condicionado digital e automático, controle de tração e estabilidade e sistema TC+ (que ajuda a direcionar o torque para a roda com tração).

Mas, ele ainda pode ser equipado com chave presencial, partida remota, GPS, câmera de ré, carregador de celular sem fio e central com tela de 10” – mas tudo isso eleva a conta em R$ 8.869. 

O Pulse Drive CVT sai atualmente por R$ 101.990, portanto com todos os opcionais ele chega a R$ 110.859. Será que vale todo esse investimento mesmo em uma versão básica? 

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