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Donos de SUV da Hyundai se queixam de cheiro de alho e chulé no carro

Hyundai Palisade tem capacidade para levar 8 passageiros e conta com motor V6, mas o odor de seu interior tem causado transtornos para clientes e marca

Por Daniel Telles 26 ago 2020, 12h30
Motor V6 3.8 tem 295 cv de potência Divulgação/Hyundai

Normalmente o que se espera de um SUV de grande porte é um bom espaço interno, conforto e um conjunto mecânico que dê fôlego suficiente para empurrar todo o peso do carro.

Pois, o Hyundai Palisade oferece tudo isso. O utilitário esportivo – que já foi até flagrado em testes no Brasil – conta com um motor V6 3.8 a gasolina com 295 cv, tem 2,90 m de entre-eixos e capacidade para acomodar confortavelmente até oito passageiros.

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Entretanto, os compradores americanos têm notado um atributo que não estava descrito na ficha técnica do carro: um forte e incômodo odor, muito diferente daquele costumeiro (e agradável) cheiro de carro novo.

Modelo tem quase 5 metros de comprimento e comporta até oito pessoas Divulgação/Hyundai

Segundo os motoristas, a ingrata surpresa aparece depois de centenas de quilômetros rodados, mais especificamente dentro de algumas semanas de uso e o mau cheiro não desaparece com o tempo.

Para resolver o problema, alguns donos foram mais práticos e recorreram à odorizantes simples, daqueles comprados em supermercados e lojas de autopeças.

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Outros, no entanto, foram direto às concessionárias Hyundai. Em uma dessas idas, um técnico da marca conseguiu definir o aroma como algo entre “bafo de alho”, “anéis de cebola velhos” e “meias velhas e gastas”.

Segundo motoristas, culpados são os assentos de couro Divulgação/Hyundai

A suposição é de que o mau cheiro seja proveniente dos assentos em couro do carro, mais especificamente daqueles com o revestimento premium em couro do tipo Nappa. Alguns clientes culpam todo o estofamento, enquanto outros apontam somente os descansos de cabeça como culpados.

  • A Hyundai informou que está ciente dos acontecimentos e tem uma investigação em curso para descobrir a origem do problema e como resolvê-lo.

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    Fernando Pires/Quatro Rodas

     

     

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