Melhor Compra Moto 2015 – Sport de 301 a 800 cm³

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1° TRIUMPH DAYTONA 675 – R$ 41.990/R$ 48.690 (R)

A Triumph venceu apoiada em dois aspectos fundamentais. Primeiro, no comportamento dinâmico: é uma moto muito equilibrada, leve e ágil, que faz aquilo que o piloto quer sem esforço físico ou sem dar sustos. A razão é seu conjunto excepcional, que inclui tecnologias úteis como o ABS ajustável e o sistema de embreagem que impede travamento de roda nas reduções severas (slip-assist). Traz ainda painel completo (tem até marcador de tempo de voltas para circuitos) e monitoramento de pressão de pneu, raro em esportivas. Seu motor tricilíndrico tem respostas excelentes, apesar de seus 128 cv não serem tão impressionantes. Mas a adrena- lina sobe rápido porque ela é leve (só 167 kg) e tem bom torque (máximo de 7,55 kgfm) em todas as faixas de giros. Além disso, a Daytona é a mais barata na compra, mantém sua competitividade na versão mais enfeitada R (R$ 48 690) e, curiosamente, tem custos de peças, seguro e franquia um pouco abaixo das concorrentes – o que não aconteceu com os modelos da marca em outras categorias.

2° KAWASAKI NINJA ZX-6R 636 – R$ 51.990/R$ 54.990 (ABS)

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O nome Ninja estampado no tanque já é, por si só, uma grife. Some-se a isso a pintura verde-abacate que seduz os apaixonados por motos velozes e o alto desempenho proporcionado pelo motor de quatro cilindros em linha de 137 cv de potência e teremos a segunda colocação para a Kawazaki ZX-6R 636. Só não foi melhor mesmo porque o preço da concorrente Triumph é bem menor. Mas oferece uma rede autorizada maior e custo de cesta básica de peças ligeiramente inferior.

3° HONDA CBR 600RR – R$ 49.500

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O preço da CBR 600RR é mais acessível que o da concorrente Ninja ZX-6R 636, mas superior ao da Triumph Daytona. Quando se analisa a rede autorizada, ela vence com facilidade, enquanto a desvalorização está na média desse segmento. Porém, o que levou o modelo da Honda à terceira colocação foram a potência inferior (120 cv), o seguro mais alto do grupo e, principalmente, a franquia de valor estratosférico. A cesta de peças também prejudicou: é a mais alta das três finalistas.

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