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Em junho de 2011, QUATRO RODAS selecionou dez carros que foram feitos com a ajuda dos rivais
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CHRYSLER 300C - Não se vence na Europa sem um motor diesel. A Chrysler entendeu a história e foi buscar o seu na Mercedes, então sua parceira (e, na prática, dona). Por isso o consumidor lá podia se dar ao luxo de escolher entre um 300C e um Classe C ou E equipados com o mesmo V6 3.0.
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CHERY A15 - Dê um Seat Toledo de primeira geração aos chineses e deixe-os procurar um motor. Acharam aqui no Brasil, em 2003. O escolhido foi o mesmo Tritec 1.6 fabricado no Paraná que habitou os cofres do primeiro Mini da BMW e dos Chrysler exportados para a Europa.
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HINDUSTAN CONTESSA - Rivais na Inglaterra que se juntaram na Índia em 1982: a carroceria de Vauxhall Victor recebeu a doação do 1.5 da Morris - que equipava o também indiano Ambassador. Os órgãos deram sintoma de rejeição, na forma de baixo desempenho e rodar ruim.
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HOLDEN VL COMMODORE - Como o seis-em-linha da Holden criado nos anos 40 levaria bomba na lei de emissões dos anos 1980, a solução foi pedir à Nissan. Pena que o sedã de 1986 ficou marcado por defeitos de refrigeração, que não existiam no Skyline com o mesmo motor.
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AMC GREMLIN - Antes de a Chrysler ter a ideia, a American Motors Corporation resolveu usar motores VW no seu compacto. A ideia foi posta em prática em 1977 e 1978 (com um 2.0 herdado dos Audi da época), mas nunca fez sucesso - menos por seu rendimento e mais pelo alto peso do Gremlin.
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PEUGEOT 206 1.0 16V - Como concorrer no selvagem segmento dos populares sem um 1.0? A Peugeot não teve dúvidas: instalou no 206 o mesmo 1-litro do Clio, de sua arquirrival Renault. O transplante perdurou até 2006, quando a marca decidiu vender o 1.4 pelo mesmo preço.
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OPEL OMEGA B - Em 1993, a Opel alemã queria roubar Mercado de Mercedes Classe E e BMW Série 5. Para tal, precisava de um diesel melhor que o 2.3 da Isuzu que equipava a primeira geração do Omega. A solução? Adquirir o refinado 2.5 seis em-linha da BMW, que foi usado até 2001.
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PLYMOUTH HORIZON - Para a Chrysler encarar o Golf nos EUA em 1978, a solução foi usar no carro de projeto da sua subsidiária Simca um 1.7 da... Volks! Depois, ele foi substituído por dois: um da própria Chrysler em 1981 e outro projetado pela filial europeia e feito pela Peugeot.
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GAZ-31105 VOLGA - Inimigos no passado, americanos e russos se uniram sob a forma de um modelo cuja história remontava aos tempos da União Soviética. A partir de 2006, a GAZ resolveu usar no seu sedã um 2.4 de projeto Chrysler, garantindo a sobrevida da geração até 2010.
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FAMÍLIA FIAT 1.8 - Por aqui Fiat e GM brigam pelo mesmo público. O que não impediu que Palio, Idea, Stilo e Doblò usassem na linha 2003 o 1.8 que a GM produzia para seus Corsa, Meriva e outros. O acordo entre ambas acabou em 2005, mas só no ano passado ele deu lugar ao 1.6 e.TorQ.
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