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Na edição de setembro de 2011, selecionamos dez modelos de carros de entrada inusitados. Fotos: divulgação
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MAZDA RX-8 - Seu motor Wankel perdeu dois turbos em relação ao antecessor RX-7, mas o interior ganhou dois lugares. Para melhorar o acesso de trás sem comprometer o desenho, a Mazda recorreu a duas miniportas traseiras, em estilo suicida, eliminando a coluna central.
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ZUNDAPP JANUS - Parece dois Romi-Isetta siameses, mas não é: com dois bancos inteiriços (um voltado contra o outro), o Janus precisava de duas portas, uma na frente e outra atrás. Carismático, tornou-se personagem do filme Carros 2, como o Professor Z.
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KAISER DARRIN - Projetado por ``Dutch`` Darrin e feito pela Kaiser Motors, o roadster americano antecedeu o Corvette no uso da fibra de vidro em larga escala e foi pioneiro no emprego de portas corrediças, embutidas nos enormes para-lamas dianteiros.
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HYUNDAI VELOSTER - A ideia não é original: a Chevrolet Amazona 1959 já tinha uma porta à esquerda e duas à direita para facilitar o acesso dos passageiros no lado da calçada. Mas o Veloster leva o crédito pelas portas dianteiras de tamanhos diferentes.
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BMW Z1 - O``Z`` é de Zukunft, ``futuro`` em alemão. Foi o primeiro da atual série de roadsters da BMW e camou atenção por detalhes curiosos, como a carroceria composta de painéis plásticos parfusados e portas que deslizavam para dentro das soleiras.
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ALFA ROMEO 33 STRADALE - Só 18 unidades foram construídas a partir de 1967, com o objetivo de disponibilizar ao público a experiência adquirida pela escuderia Alfa Corse. As portas borboleta serviram de inspiração para outro esportivo: o McLaren F1.
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KOENIGSEGG CC - O sueco Christian von Koenigsegg entrou para a história por projetar um supercarro antes dos 30 anos, mas sua competência foi além: criou a porta diedral Synchro-Helix, que se move em dois planos: ela salta da carroceria ao mesmo tempo que sobe.
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MESSERSCHMITT KR - Tal qual o Isetta, o KR (Kabinenroller, em alemão) também era um microcarro, mas foi idealizado por um fabricante aeronáutico. O resultado não poderia ter sido outro: um cockpit com dois lugares e acesso por uma carlinga, como num caça militar.
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LAMBORGHINI COUNTACH - A porta tesoura era destaque do projeto de Marcelo Gandini para contornar a péssima visibilidade traseira. Em vez de usar o retrovisor, o motorista dava ré com a porta aberta e o corpo apoiado na soleira, olhando para trás.
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MERCEDES 300 SL - Parece um capricho de estilo, mas as portas ``asa de gaviota`` tinham função: o chassi, formado por uma treliça, invadia a lateral e diminuía o espaço da porta. O perfil baixo do teto fez com que ela só pudesse ser aberta para cima.