Longa Duração: testando o sistema de estacionamento do Cruze

Testamos o sistema de estacionamento automático do Cruze. Quem quiser ver como ele funciona, levante as mãos

Sistema de estacionamento automático do Chevrolet Cruze

Algumas pessoas, mesmo entre as que gostam de dirigir, odeiam estacionar – ou fazer baliza, como se diz em São Paulo. Se você se identificou, olha só o que o nosso Cruze tem: um sistema que procura uma vaga que o comporte, calcula a manobra para encaixar o carro e ainda esterça o volante para um lado e para o outro.

Você só precisa acelerar e frear: e até o momento para fazer isso é o carro que calcula, basta seguir as instruções exibidas na tela. Vamos aos principais passos.

Ativação

Um botão à frente da alavanca de câmbio liga o sistema – uma mensagem de confirmação é exibida. O passo seguinte é determinar o tipo de vaga pretendida, paralela (como na maioria das ruas) ou perpendicular (como as de estacionamento de shopping).

Por padrão, o sistema é ativado para rastrear vagas à direita, mas se a intenção for parar à esquerda, basta acionar a alavanca de seta e o lado da varredura se inverte. Ativado o sistema, é preciso rodar a uma velocidade máxima de 30 km/h.

Manobra

Ao detectar uma vaga adequada, uma mensagem para parar o carro é exibida. A varredura fica memorizada, o que permite ao motorista fazer a parada efetiva até 10 metros após o surgimento do aviso durante a busca por vagas paralelas e 6 metros no caso das perpendiculares.

Carro parado, novo aviso: engatar a ré. É agora que começa o show. Sozinho, o volante começa a se mover. A velocidade do giro e o ângulo de esterço aplicado às rodas dependem não apenas da geometria do cenário, mas também de como o motorista opera o freio e o acelerador.

Até que o Cruze esteja estacionado, avisos para ir para a frente ou para trás surgem no painel de acordo com a demanda da manobra. Em todos os ensaios do nosso teste, o sedã parou perfeitamente. Assim como na fase de busca de vagas, há limite de velocidade durante a manobra: 8 km/h.

Cuidados

Apesar do conforto proporcionado, o motorista deve estar ciente da sua obrigação de estar no comando da manobra o tempo todo, atento à movimentação dos outros carros ao redor e a eventuais pedestres.

O giro autônomo do volante também exige cuidado. Caso o motorista esteja com as mãos nele, uma rotação rápida pode ferir os dedos e o punho. A recomendação é tirar completamente as mãos do volante até a conclusão do estacionamento.

Marcação

Além de mostrar sua habilidade na baliza, o Cruze foi submetido este mês à marcação de peças, recurso que usamos para blindar os carros de Longa contra manutenção não autorizada ao longo do teste.

 

Chevrolet Cruze LTZ 1.4 Turbo – 369 km

Consumo no mês: 8,4 km/l com 100% de rodagem na cidade

Combustível: etanol

Gastos no mês: R$ 198 (combustível)

Comentários
Deixe uma resposta

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

  1. Paulo Freire

    Vaga grande assim é fácil, testem com vagas menores, daquelas que exigem mais movimentação.

  2. Valdek Waslan Oliveira

    Finalmente alguém falou certo pois esse sistema, não é automático. Eu fico só rindo quando leio ou ouço em alguns lugares que o sistema é automático. Parabéns. O carrinho é bom e o sistema ajuda muito.

  3. Eduardo Córdoba

    Curti.

  4. Alexandre Taromaru

    O que eu reparei foi o cinto de segurança quase pegando no pescoço do motorista. Mancada hein GM, vir sem esse ajuste.

  5. Alexandre Taromaru, eu acredito que tenha a regulagem de altura dos cintos dianteiros sim, não deu pra ver na imagem, mas acho que toda revista/site automotiva teria frisado isso caso não tivesse! É algo muito simples pra não ter em um carro desse!

  6. Numa vaguinha esperta dessas até que vai bem hem? Agora imagina num transito atolado e uns motoristas estupidos atrás tacando a buzina no cara pela lerdeza.

  7. Ricardo Ferreira

    Show de bola! Sistema semi-automático (como o repórter disse), mas o Cruze não é o pioneiro entre os “nacionais”, pois Focus e Fusion já possuem.

  8. Jão Simonetti

    Fusion entre “nacionais”, mesmo que entre aspas, é muita ofensa à inteligência… Sobre o consumo 100% cidade, de 8,4km/l no etanol. Como que pode? :O