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Dodge ZEO
Dodge ZEO
Janeiro 2008

Dodge ZEO

Um conceito com motor elétrico e tração traseira que radicaliza no design

Por Fabiano Pereira | Fotos
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Podemos definir o ZEO como se fosse um concorrente do VW Golf e do Renault Mégane hatch, mas com perfil bem mais baixo e pára-lamas ressaltados - que abrigam rodas de aro 23 e lhe conferem ares de cupê 2+2. Não há colunas centrais e as portas se abrem ao estilo tesoura para fora do caminho dos quatro ocupantes, facilitando o acesso. Alguns podem ver nele um esportivo, outros, uma perua. O conceito ZEO foge mesmo a definições fáceis. Segundo a marca, seu intuito é despertar emoção, de uma maneira que os carros elétricos como ele não costumam fazer. Até sua cor laranja atesta isso.

As rodas nas extremidades do carro de 439 cm de comprimento permitem que o entre-eixos seja de 279 cm, enquanto na largura ele mede 174 cm e na altura apenas 129 cm. O ZEO pesa 1530 kg. Sua bateria de íon-lítio de 64 kw-hora pode durar pelo menos 400 km, entregando 200 kw, ou 268 cv. A tração é traseira e o ZEO vai de 0 a 96 km/h em 5,7 segundos, comparável ao V8 Hemi da Chrysler, e é capaz de alcançar 208 km/h.

O interior foi pensado como uma peça única, uma escultura e a maior parte dos comandos foi reunida em um elemento no console central, que se projeta até o compartimento traseiro. Trata-se de um efeito que já virou lugar-comum em carro-conceito. O rádio, por exemplo, é acionado por alavancas atrás do volante, livrando o ZEO do excesso de botões que normalmente se nota nos carros atuais. Atrás dos assentos dianteiros há telas de vídeo para os passageiros de trás, que se sentam em poltronas individuais.





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