
Maior do que o MKX, o veículo segue a receita apreciada pelos norte-americanos antes da crise mundial: dimensões exageradas, luxo de sobra no interior e três fileiras de bancos para toda a família.
Seu visual polêmico é realçado principalmente pela enorme grade dianteira dividida em duas partes, que faz até com que os faróis pareçam pequenos. A linha de cintura é ascendente, principalmente após a coluna "B". As linhas controversas também marcam presença na traseira, dominada pelas lanternas inteiriças.
Internamente, o luxo é característica presente por todos os lados. Teto solar panorâmico e sistema de entretenimento com duas telas de DVD instaladas na parte de trás dos bancos dianteiros são apenas alguns itens oferecidos no MKT.
Outras tecnologias presentes em outros modelos da marca (e também da Ford), como o sistema que indica a presença de veículos nos pontos-cegos (BLIS) e o inovador MyKey, que permite aos pais controlar a velocidade maxima e outros comandos por meio de uma chave para ser utilizada pelos filhos, também são oferecidos de fábrica. A tração integral nas quatro rodas é vendida como opcional na versão mais básica.
O MKT sera oferecido com duas opções de motorização: o 3.7 Duratec de 24 válvulas - que rende 268 cv - e o 3.5 biturbo Ecoboost V6, capaz de gerar 355 cv. O crossover é equipado com uma transmissão automática de seis velocidades, cujas trocas de marcha podem ser realizadas por meio de borboletas instaladas atrás do volante.
A Lincoln ainda não divulgou os preços do novo modelo, que sera produzido no complexo da Ford em Ontario, no Canadá. As primeiras unidades devem chegar às concessionárias até o final do primeiro semestre.