ALTERAR O TAMANHO DA LETRA
Picasso sempre foi sinônimo de modernidade, graças ao estilo cubista do espanhol. Porém, no mundo dos automóveis, o sobrenome é associado às minivans da Citroën, não por acaso por conta do design ousado das variações de Xsara e C4. Agora, a família de origem espanhola e sangue francês ganhará um membro caçula: o C3 Picasso.
O modelo, que marca a entrada da montadora no segmento de minivans compactas, conta com linhas polêmicas, porta-objetos em profusão, soluções que prezam pela versatilidade e motores desenvolvidos em parceria com a BMW.
Com 4,08m de comprimento, a minivan comporta cinco passageiros e tem uma área envidraçada de 4,52 metros quadrados, incluindo o enorme teto panorâmico com cobertura retrátil. O interior modular possui bancos traseiros individuais, que podem ser dobrados, bem como o assento dianteiro do passageiro.
Nesta configuração, o carro oferece 2,41m de área livre e até 1,506 litros de capacidade de bagagem. O piso do porta-malas também pode ter a sua altura ajustada, facilitando o embarque de cargas ou aumentando a profundidade do compartimento.
Ainda na parte interna, o painel digital centralizado chama a atenção. Outra solução criativa é a localização do câmbio, situado no próprio console central. Uma tela de 7 polegadas abriga o NaviDrive, sistema de navegação por satélite com atualização em tempo real. Conectividade via Bluetooth, MP3 e dispositivos auxiliares compõem o restante do pacote.
Já por fora, os projetistas da Citroën optaram por linhas menos arredondadas do que o C3 que conhecemos por aqui. Os faróis que invadem os pára-lamas dianteiros, as entradas de ar pintadas na cor preta e as lanternas instaladas nas colunas traseiras são algumas marcas do novo Picasso.
Entre os principais itens de série, o monovolume valoriza a segurança de seus ocupantes. Controle eletrônico de estabilidade (ESP), freios com sistema anti-travamento (ABS) e distribuição eletrônica de frenagem (EBD) são oferecidos.
São duas motorizações movidas a gasolina (VTi 95 e VTi 120, sendo estas desenvolvidas em parceria com a alemã BMW) e outras duas abastecidas com diesel, chamadas de Hdi 90 e HDi 110. De acordo com a Citroën, todos os propulsores obedecem às normas de emissões de poluentes européias.