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VW Polo vai passar por leve reestilização
Por Gustavo Henrique Ruffo | 04/03/2011
Vem aí uma mudança leve, inspirada no carro mais barato da VW na África do Sul
A Volkswagen prometeu 23 lançamentos para o Brasil neste ano. Para decepção dos fãs do Polo, a quinta geração do modelo não está entre as novidades, a não ser que ele seja vendido importado do México. Certo é que o carro não será mesmo fabricado no Brasil.

Ainda que os engenheiros da marca digam, à boca miúda, que a quarta geração é muito melhor que o modelo já à venda na Europa, a solução adotada para aquele que já foi a menina dos olhos da engenharia da fábrica no Brasil indica a mesma estratégia adotada para o Golf, com sua geração 4,5.

A reestilização, das mais simples, não afetará nem mesmo os conjuntos ópticos dianteiro e traseiro do Polo. De diferentes, só os para-choques. E a mudança será para pior, já que os frisos de proteção das peças serão eliminados. Na dianteira, o para-choque será muito parecido com o já usado pelo VW Polo Vivo, da África do Sul. Ele traz os mesmos ângulos presentes nos modelos mais novos da marca, que destacam a parte do meio como um queixo quadrado. Só está mais sofisticado que o do modelo sul-africano, com a inclusão de faróis de neblina.



Por lá, o Polo Vivo é um modelo de entrada, vendido a 104 065 rands (pouco mais de 24 500 reais) com motor 1.4 e carroceria de três portas, já que os sul-africanos têm a quinta geração do Polo à venda em seu mercado por 147 180 rands, ou pouco menos de 34 700 reais.

A grade dianteira do Polo brasileiro, ou 4,5, como o Golf, ficará mais fina para que o para-choque fique na mesma linha dos faróis. Sai um filete e devem ficar apenas dois, como no Fox, se é que a peça definitiva não será a última que foi proposta, praticamente apenas uma moldura, como a do Polo BlueMotion. O emblema, acanhado, ficará menor, acompanhando a faixa mais estreita da grade com exceção de sua parte inferior, que invade pouca coisa o para-choque.



Na traseira, o padrão mais retangular também fará escola. A parte inferior, de plástico escuro, passa a ser da mesma cor do restante da carroceria. Também ao estilo do Fox, essa área passará a incorporar faixas reflexivas. Não há previsão de mudanças no interior do carro, que já é uma referência no segmento. Se houver, será para simplificar sua produção (e torná-lo mais barato).

Se não vier acompanhada de uma boa redução de preço, a reestilização deixará o Polo à própria sorte, sem muitos atrativos diante de concorrentes mais modernos. Ainda não há uma data certa para a apresentação do carro, que está em pleno desenvolvimento, mas nossas fontes arriscam dizer que as vendas começarão no segundo semestre deste ano. Seja como for, será um triste fim para o que certamente foi um dos melhores carros já produzidos no Brasil pela Volkswagen.



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