Vendas de veículos novos aumentam 13,7% em junho

A alta é em comparação ao mês de junho do ano passado, que registrou 166.416 emplacamentos contra 189.229 unidades vendidas no mês passado

No primeiro semestre a alta foi de 4,25%. O primeiro resultado positivo desde 2013

No primeiro semestre a alta nas vendas foi de 4,25%; primeiro resultado positivo desde 2013 (Divulgação/Jeep)

Com o aumento da média diária de vendas, a Fenabrave divulgou um resultado positivo nas vendas. Em junho, foram emplacadas 189.229 unidades de automóveis e comerciais leves, contra 166.416 no mesmo mês do ano passado.

O resultado indica alta de 13,71%.

No acumulado do ano (entre janeiro e junho), esses segmentos cresceram 4,25%. Foram comercializadas 991.475 unidades no primeiro semestre de 2017, contra 951.098 no mesmo período de 2016. E esse é primeiro resultado semestral positivo desde 2013.

Mesmo com um dia útil a menos em relação a maio (junho teve 21 dias úteis; maio, 22), o crescimento médio diário de 4,5% (o equivalente a 9.000 emplacamentos) ficou matematicamente anulado.

“O mês de junho mostrou-se bastante agitado politicamente, gerando, inclusive, uma queda nos índices de confiança de curto prazo. Porém, isso não afetou a tendência de melhora, resultando em um primeiro semestre positivo”, declarou Alarico Assunção Jr., presidente da Fenabrave.

De acordo com o executivo, a tendência é de recuperação econômica do setor, ainda que lenta e modesta.

Com o resultado dos primeiros seis meses do ano, a Fenabrave elevou a projeção de alta nas vendas de carros de passeio e comerciais leves em 2017, de 2% para 4,3%.

“Dobrou a nossa expectativa, graças a fatores como, queda da inflação e de juros e emprego estável”, afirma Alarico.

Todos os segmentos

Com base nos estudos realizados pela Federação, o setor como um todo deverá apresentar pequena queda em 2017, chegando a -1,6% para todos os segmentos somados. Para automóveis e comerciais leves, a expectativa é de alta de 4,3% sobre os resultados.

Já para caminhões e ônibus, a Fenabrave projeta retração de 10,2%, sendo -11,5% para caminhões, -5,5% para ônibus e -7,1% para implementos rodoviários.

O segmento de motocicletas, que vem sofrendo sucessivas quedas desde a crise de 2008, deverá apresentar retração estimada em 13,5%.

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