Como escolher o veículo ideal para sua empresa

Além da viabilidade econômica, itens como espaço interno e tecnologia são fundamentais para o mercado de vendas diretas

A compra de um veículo para uso executivo com desconto – a chamada venda direta – é um benefício que todas as empresas podem ter, independentemente da área de negócios. Basta ter registro ativo no CNPJ. Microempresários, profissionais autônomos com firma aberta e microempreendedores individuais (MEI) também podem aproveitar a compra facilitada.

Mas, tanto para uso dos funcionários de uma companhia quanto para locadoras e diversos tipos de transporte urbano, a tarefa exige atenção e uma pesquisa minuciosa. “É um mercado que compra veículos de maneira extremamente técnica”, aponta Vitor Klizas, presidente da consultoria Jato Dynamics do Brasil. “Fatores que nem sempre são levados em consideração por um consumidor normal são avaliados exaustivamente pelas empresas frotistas.”

Custos de propriedade e manutenção do carro são alguns dos principais aspectos levados em conta por compradores para uso executivo. “A aplicação do veículo, qual a quilometragem que ele vai fazer por ano, quanto tempo a empresa ficará com ele, qual a quantidade de manutenções corretivas e preventivas, tudo isso entra na conta da viabilidade econômica da compra”, diz Klizas.

Além dos aspectos econômicos, é essencial considerar as características oferecidas pelo carro. “Itens de tecnologia, conectividade e conforto geral do carro são muito valorizados”, afirma Klizas. Um veículo equipado é prezado não apenas na hora da revenda, mas também no momento do uso, especialmente se o carro for destinado à utilização executiva. Nesse cenário, os sedãs têm preferência. Espaço interno, itens de conforto e motor potente também são atributos procurados.

O Peugeot 408 é um exemplo de carro com todas as características buscadas para o uso executivo. O design da linha sedã chama a atenção, assim como o espaço nos bancos traseiros e o porta-malas de 526 litros, que entregam conforto e amplitude. O motor Turbo Flex THP de 173 cavalos responde bem a diferentes necessidades – inclusive uma blindagem.

O câmbio de seis marchas completa o pacote. É automático – mais um item que fornece conforto para quem precisa dirigir durante várias horas no dia. “É o lado do benefício do funcionário, que é um fator importante de motivação, seja para um alto executivo, seja para um carro operacional”, explica Walter Kirschner, diretor da Arval Consulting Brasil e membro conselheiro na administração da Associação Nacional de Empresas de Aluguel de Veículos e Gestão de Frotas (Anav).

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  1. Forçar a barra do peugeot é brabo em 4 rodas.
    Empresas não escolhem peugeot porque a manutenção vai se tornando cara e mais habitual, ou por falta de concessionárias, carro desvaloriza mais que a média e normalmente no final do prazo do carro com o executivo ele tem opção de compra com desconto frente a fipe, logo se o carro desvaloriza mais o custo para empresa também é elevado já que ela vai comprar outro pra substituir o atual.
    Outra coisa é o custo real de vendas diretas que é bem variado, empresas não pensam tão detalhado como foi dito, teoricamente deveriam mas na prática é o preço na hora da compra e o gosto pessoal de quem aprova que conta, óbvio que não vai comprar algo totalmente diferente do perfil.
    Essas mesmas empresas pagam o combustível de seus carros e não costumam ligar para isso. Só ver uma coca cola da vida que suas subsidiárias tem vendedores externos rodando com sanderos, carros espaçosos mas beberrões frente a seus concorrentes, e não é por espaço, os carros andam quase sempre vazios e sem bagagem, quando muito algum material publicitário pequeno.