Governantes brasileiros têm duas ideias para equilibrar o déficit
Os governantes do Brasil e México iniciaram as conversas para renegociação do acordo comercial automotivo, que prevê isenção de impostos nas importações para ambos os países.
O Brasil quer revisar os termos já que em 2011 teve um déficit de US$ 1,17 bilhão nas negociações e, na última semana, ameaçou romper o acordo caso não haja um consenso.
O país teria duas propostas em mente para equilibrar a balança
comercial. Uma delas seria aumentar a exportação de caminhões, ônibus e
veículos comerciais para o México. A outra seria refazer o esquema de
produção acertado no início do acordo, em 2003, já que o Brasil se
concentrou na fabricação de automóveis compactos e o México em veículos
com maior valor agregado.
Pressionado pelas montadoras instaladas em solo nacional, que desejam a manutenção do acordo bilateral, governantes brasileiros se reuniram em Brasília nesta quarta-feira com autoridades mexicanas.
“É uma etapa de diálogo e negociação para ver os termos do comércio automotivo”, disse um porta-voz brasileiro, em reportagem da agência Reuters.
Já do lado mexicano, o acordo é imutável. “Devido à importância econômica do ACE 55 (Acordo de Complementação Econômica), o governo mexicano não buscará renegociá-lo”. Segundo comunicado emitido pela Secretaria de Comércio Exterior do país, o objetivo da vinda para o Brasil é apenas para "conhecer as inquietudes" dos governantes.
As negociações ainda devem avançar ao longo dos próximos dias. Do lado brasileiro está a
secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, e o lado mexicano é representado pelo subsecretário de Comércio
Exterior, Francisco Rosenzweig, além do subsecretário de Relações
Exteriores, Rogélio Granguillhome.
Leia mais:>> México se diz surpreso com pedido de renegociação>> Veja os modelos mexicanos ameaçados>> Brasil e México vão rever acordo comercial>> Brasil irá romper acordo com o México, diz jornal
O Brasil melhorou bastante, agora está avisando que irá romper o acordo, se fosse no tempo do Lula iria simplesmente romper sem aviso. Porque o Brasil não faz um acordo com Cuba para importar os carros que andam por lá. Ultimamente fomos lá fazer para eles portos com nosso dinheiro, não custa nada importarmos os carros deles e enviarmos os carros mexicanos, que pelo jeito não servem mais para o Brasil. Ora, dar dinheiro para ilha de Cuba pode, importar carros bons, pagando não pode? Sinceramente, vão a m.e.r.d.a.
noticia automotiva reclama de censura mas ela propria censura,honda e toyota tao se recuperanddo
noticia automotiva reclama de censura mas ele proprio censura,toyota e honda tao se recuperando
Bem, mais uma vez o brasileiro serieded a respeitar os acordos assinados, que tiveram superávit foi favorável e bem, agora que rescindiu o contrato unilateralmente déficit. E assim têm rostos que o México não vão assinar um TLC com eles, ir taxa é uma medida protecionista arcaica não só mostra fraqueza e medo de a produtividade do país, como é bem sabido que os produtos são produzidos em Brasil não tem os padrões de qualidade exigido, no mínimo, no México. traduzido por google.com
Nao faz sentido um acordo de dois paises, onde um fica no prejuizo, claro que ele tinha que ser revisto, agora o brasil podia investir mais na produçao interna, sem precisar importar tanto produtos melhores.
Boa ideia a sua Danilo. Acrescento mais: além de sobretaxar projetos com mais de 5 anos, proibir seu repasse ao consumidor final. Marcos se receber investimentos de trilhões de capital estrangeiro é ser País sem credibilidade, então o Brasil é o maior do mundo. Para vcs que não são do mundo dos negócios quando um acordo já não é mais interessante usamos aquela famosa cláusula de rescisão, simples assim. O que não pode é tomarmos prejuízo. Pelo jeito esse acordo vai cair por terra. E aos poucos o governo brasileiro está emparedando as montadoras (exigindo investimentos, aumento no índice de nacionalização, ABS e AIRBAG obrigatórios). Grande parte de nossa produção é de carroças, mas com o tempo as coisas melhorarão. O processo de evolução não é rápido galera. Deixem o governo fazer suas negociações. Agora faça a sua: não vote em corruptos, pesquise antes de votar, denuncie ilegalidades e nunca mais seja conivente. Máquina pública não é casa de prostituição.
Boa ideia a sua Danilo. Acrescento mais: além de sobretaxar projetos com mais de 5 anos, proibir seu repasse ao consumidor final. Marcos se receber investimentos de trilhões de capital estrangeiro é ser País sem credibilidade, então o Brasil é o maior do mundo. Para vcs que não são do mundo dos negócios quando um acordo já não é mais interessante usamos aquela famosa cláusula de rescisão, simples assim. O que não pode é tomarmos prejuízo. Pelo jeito esse acordo vai cair por terra. E aos poucos o governo brasileiro está emparedando as montadoras (exigindo investimentos, aumento no índice de nacionalização, ABS e AIRBAG obrigatórios). Grande parte de nossa produção é de carroças, mas com o tempo as coisas melhorarão. O processo de evolução não é rápido galera. Deixem o governo fazer suas negociações. Agora faça a sua: não vote em corruptos, pesquise antes de votar, denuncie ilegalidades e nunca mais seja conivente. Máquina pública não é casa de prostituição.
Enquanto o Brasil continuar fabricando carros antigos, a nossa balança comercial vai continuar desfavorável. Os carros deveriam ter uma tributação a partir de 5 anos do lançamento, para encarecer os porjetos antigos e forçar o lançamento de novo carros.
É como já comentaram alguns abaixo, enquanto uns idiotas acham que o aumento de IPI dos importados e quebra de acordo com o México, o Brasil vai fabricando as carroças de sempre. Vejam os carros que os políticos usam, já viram algum deles de "popular"? Sabe porque os importados estão ganhando espaço, porque mesmo ainda com preços absurdos em relação aos mesmos carros vendidos na Europa e EUA, o custo benefício, a tecnologia embarcada, acabamento, compensa e considerando tudo isso o carro sai proporcionalmente mais barato. Abraços aos que conseguem enxergar isso.
Brasil sil sil, esssse é o meu país (ironic mode ON). O governo acerta acordos e depois de ver a m... que fizeram ai resolvem romper e fica sendo cada vez mais desacreditado pelo mundo afora, resumindo "PAÍS SEM CREDIBILIDADE", embora nos telejornais seja bem diferente, o problema real não está nas montadoras nem em México nem na Conchichina, o problema é 1 só, nossos "governantes", que não pensam em fazer um governo para todos, quando falo "todos" me refiro nossas futuras gerações e futuros governos, o mundo não acaba quando acaba um mandato de um desses imbecís, é preciso que se pense a curto, médio e a longo prazo, para que não façamos um acordo hoje e o quebremos amanhã, criar e aumentar impostos parece que é a única saída na mente desses experts dos bananais. Impostos esses que nós pagamos para sustentar essa cambada pra andar em carros de luxo enquanto a população anda de buzão e sonha em um dia comprar aquela moto ou aquele carrão que é o mais vendido no páis dos tupiniquins com super calotas e retrovisor do lado direito.
"Brasil se concentrou na fabricação de automóveis compactos e o México em veículos com maior valor agregado." traduzindo para o português: O Brasil se concentrou na fabricação de carroças enquanto que o México na fabricação de carros de verdade.. A Dilma esta permitindo que as proprias fabricantes aqui instaladas exporte a sua fabricação. gerando desemprego aqui... ACORDA DILMA..
A verdade é uma só, o Brasil só faz carroças, e a Dilma está fazendo com que isso piore e certamente o México faz os melhores carros, sendo assim, é mais fácil eles venderem para nós do que o inverso. O problema é que as montadoras aqui instaladas estão trazendo mais do qualquer outra marca, pois vende o carro por um preço caro, gasta pouco para fazer e não precisam contratar funcionários ou investir milhões para ampliar aqui, já que aqui temos gente que entra no emprego pensando o quanto vai lucrar quando meter no pau, os impostos de contratações, folhas de pagamento e produtos em si são infinitamente superiores. O melhor seria essa monga rever toda essa robalheira, carga tributária e outras coisas aqui dentro antes de começar a querer fechar o país, ou a intenção é fazer daqui uma noca Cuba e Venezuela. Em 2030, estaremos andando com Unos, Palios, Gols e Celtas 2013, oooooolha só!!!
A primeira medida, a de aumento do IPI para importados, foi contra o consumidor brasileiro. Veremos agora, o que vem por aí. No mundo todo, a preocupação de todos, governantes e cidadãos, é reduzir " CUSTOS¨". Aqui, estamos fazendo o inverso.