Gerenciando pessoas
Tem dias que levanto as mãos para o céu, por poder trabalhar com carros.
Caros são máquinas. Não falam. Não pensam, Fazem o que o dono manda ou o que são programadas para fazerem. Falham, mas podem ser consertadas.
Humanos não. Têm o bendito livre arbítrio. Fazem suas proprías escolhas. Não fazem o que lhes é pedido ou, no meu caso, combinado e pago.
Ontem tive a infeliz idéia de ir ver o Porsche na oficina. O acéfalo que eu havia pago para fazer o santantônio fez tudo errado. É lamentável ver a que ponto pode chegar a burrice a a estupuidez humana.
É difícil de acreditar. Mas o cara vai ter que refazer todo o satantônio.
Minha vontade era a de bater no cidadão. Mas, como não faço parte da enorme massa de burros e estúpidos que compõem a humanidade, me contive. E voltei para casa com azia.
Depois eu me pergunto de onde nascem meus cabelos brancos.




25/07/2008 - 13:38
Leonardo responde: Po, você chama o cara de acéfalo e burro e depois diz que não faz parte da massa de estúpidos que compõe a humanidade? Você errou a concordância - afinal, falou "DA" massa e não "DAS" massas - mas nem por isso vou te chamar de burro ou acéfalo. Considerando que um jornalista tem a obrigação de saber escrever corretamente, eu te chamaria de incompetente, que é o adjetivo que deveria ter sido usado quando você se referiu ao construtor do santantônio. Acéfalo é uma ofensa pesada. "Incompetência" é somente como você qualificou o trabalho do cara. Um trabalho incompetente. É a primeira vez que leio seu blog, recomendado por um colega que elogiou muito seu trabalho. Confesso que foi decepcionante me deparar com um post arrogante como esse. Editor mesmo? Como pode alguém com o humor instável a ponto de chamar um profissional incompetente de "acéfalo" ser editor de uma revista desse porte? Talvez ajude a entender o nível atual da publicação.