Na
mira da Mercedes

• Um playboy viajava sozinho por Minas Gerais
à bordo de um Mercedes e, depois de parar em
um posto, decide dar carona a um caipira.
O matuto fica impressionado com o carro e começa
a perguntar para que serve cada uma das coisas do
carro. O rapaz responde:
- Isso é para levantar o vidro.
- Aquilo é para ligar o ar-condicionado.
E assim foi indo até que não tinha mais
o que perguntar. O garotão já estava
irritado e arrependido de ter dado a carona e, quando
o caipira faz outra pergunta, resolve tirar um barato:
- E aquilo pra que serve? E aponta para o símbolo
da Mercedes, bem no meio do capô.
- Aquilo é uma mira para quando quero atropelar
alguém. Ah, olha lá, vamos pegar
aquela velhinha?
O caipira fica assustado. Quando o carro se aproxima
da velhinha, o playboy desvia
a poucos metros, mas logo ouve um barulhão.
Quando olha no retrovisor, vê a velhinha jogada
no chão.
O caipira diz, com ar de reprovação:
- Ô moço, essa a mira tá boa não.
Se eu não abro a porta, ocê tinha perdido
a véia.
(João Paulo Zanchetta
- Casa Branca - SP)
A loura e o círculo
• Lá está a loura, com seu Peugeot
206 Prata novinho, dirigindo na Via Dutra quando,
sem perceber (É CLARO!!!), dá uma fechada
absurda num caminhão.
Enfurecido, o motorista do caminhão faz sinal
para que ela pare o carro. Depois de estacionar no
acostamento, o cara, tipicamente chamado de "armário",
sai do caminhão, pega um pedaço de giz
do bolso, desenha um círculo no asfalto e diz:
- Fique dentro do círculo e NÃO SE MOVA!!!!
Então o cara vai até o carro dela, tira
o som e corta todo o estofado.
Quando ele se vira para a mulher, repara que ela tem
um discreto sorriso no rosto.
- Ah... Você acha isso engraçado?! Então
olha só!
O cara vai até a boléia, pega um taco
de beisebol e quebra todos os vidros do carro. Para
sua surpresa, ela está se segurando para não
rir.
O cara fica louco. Pega canivete e fura todos os pneus
do carro dela. Agora ela está rindo.
O caminhoneiro então perde o controle, vai
até o caminhão, pega uma lata com gasolina,
joga tudo no carro e põe fogo. A loura então
começa a dar tantas gargalhadas que
quase cai no chão.
- O que pode ser tão engraçado assim?!
-- pergunta o cara, sem entender nada.
- Enquanto você não estava olhando, eu
saí do círculo 4 vezes!!
(Rômulo Facuri - Brasília
- DF)
O taxista do
cassino
• Depois de uma noite ruim no cassino, o homem
sai e vai até um taxi e pergunta:
- Amigo, você poderia me levar até o
aeroporto por 10 reais? É que eu não
tenho mais dinheiro comigo, mas na semana que vem
eu estou de volta e pagarei o restante.
O taxista recusa no ato e o homem acaba se vendo obrigado
a andar dez quilômetros
até o aeroporto.
Na semana seguinte ele volta ao cassino e ganha 100
mil reais. Na hora de ir embora,
ele se lembra do taxista da última semana.
Com um sorriso nos lábios, ele entra no
primeiro taxi e pergunta:
- Te dou 300 reais para você passar a noite
comigo no motel e de manha me levar até o aeroporto.
O taxista, espantado, recusa na hora e o expulsa do
carro. O homem vai fazendo essa pergunta para todos
os taxistas da fila, sempre sendo exotado, até
chegar no último.
- Te dou 300 reais se você me levar até
o aeroporto. Só quero que você acene
para seus amigos taxistas quando estivermos saindo
daqui.
- Claro! Porque não!?!
E lá foi ele, acenando e sorrindo para todos
os seus amigos taxistas à caminho do aeroporto.
(Eduardo de Carvalho - São
Paulo - SP)
O caminhoneiro português
• Depois de decidir virar caminhoneiro,
Joaquim levava a sua primeira carga para seu destino
quando ele ouve a sequinte noticia no radio:
-- Atencão motoristas! Tem louco na contra-mão
na rua Martins de Sousa!
Espantado o Joaquim diz:
- Um não, varios!
(Gustavo - Santo André
- SP)
Os três mineirinhos
• Três mineirinhos estavam sentados
à beira de uma estrada pela manhã quando
passa um carro em uma velocidade que só deu
pra ver a cor...
Uma hora depois o primeiro fala:
- Era Volkswagi...
Depois do almoço os três se encontram
na mesma estrada e outro fala:
- Era não! Era Fórdi...
E à noitinha, novamente na estrada, o terceiro:
- Óia, eu vô imbora que num gosto de
discussão...
(Alex Henrique Devide - São
Paulo - SP) |