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Carros | Usado do mês
Peugeot 306*
Março 2003

Peugeot 306*

Perfil esportivo, bom pacote de equipamentos, várias configurações à sua esolha e alto raro: um seguro mais baixo que o da concorrência

Por Samanta Greghi / fotos: Marcelo Spatafora
Lista de matérias por data:

ALTERAR O TAMANHO DA LETRA  

Um automóvel bonito, estável, gostoso de dirigir e que vale o que custa." A definição de um Peugeot 306 XR 1.8 era da QUATRO RODAS de janeiro de 1997. Passados seis anos, a classificação parece mais atual do que nunca. Afinal, um modelo do segmento de um Golf, com perfil mais esportivo de condução, motor 1.6 a 2.0 e equipado com ar-condicionado e direção hidráulica a partir dos 10000 reais não é tão fácil de encontrar.

Portanto analise com carinho a hipótese de ter um 306. Mas, para você, ter um importado é sinônimo de gasto excessivo com manutenção? Neste caso não é verdade, desde que a escolha seja feita com cuidado. A economia começa pelo seguro: o de um 306 XS 1.6 ano 1997 - carro que custa 12400 reais - não passa de 1500 reais. Se pensar num Golf 1.8 do mesmo ano, de 13000 reais, pode se preparar para dar adeus a 3000 reais.

Para garantir sua tranqüilidade no futuro, faça uma revisão na suspensão, que nem sempre suporta com a devida resistência as condições do piso brasileiro. Se precisar de conserto, saiba que não é mais caro que a concorrência. Peças de maior desgaste, como amortecedores, batentes, rolamentos e bandeja - mais mão-de-obra -, custam cerca de 1100 reais, menos que num Astra, em torno de 1400.

Porém o alerta fica mesmo para quando levá-lo a uma oficina independente. Você já se perguntou onde eles compram as peças? Quando não encontram no paralelo, buscam em autorizadas e revendem a você com até 200% de lucro. Para não cair na velha ladainha "peça de importado é mesmo uma fortuna", vá a um mecânico de confiança ou faça uma cotação para não perder dinheiro.

Se o 306 está começando a fazer sua cabeça, vamos ao próximo passo: escolher aquele que se encaixa em seu perfil, pois versões é que não faltam no mercado. A Peugeot trouxe carros da França (até meados de 1996), Uruguai (até 1997) e Argentina. Esqueça - nesse caso - o conceito de que os franceses são melhores. De acordo com profissionais especializados, a robustez mecânica em qualquer um deles é considerada boa.

Também há uma divisão clara de público. Na linha mais esportiva, a versão XS 1.6 três portas é a de melhor custo/benefício e atende às exigências de quem quer levantar o astral com um carro jovem. De série tem faróis de neblina, roda de liga leve aro 14 e bancos de couro - item de série apenas a partir de 1996.

Já sei, você quer mais desempenho, né? Tente achar um XSi 2.0 cinco portas ou o top de linha S16 2.0 três portas. Ambos vinham com freios ABS, roda esportiva aro 15, toca-fitas e, no caso do S16, teto solar. Entre os dois, prefira o XSi 2.0. Alguns mecânicos alegam que a maioria dos S16 já sofreu graves acidentes.

Se você é adepto de um visual mais discreto, o Peugeot 306 XR 1.8 cinco portas é a opção. Fabricado na Argentina, teve uma elevação de 2 centímetros nas molas dianteiras em 1997 com o intuito de adaptá-lo melhor ao piso dos países sul-americanos. A vantagem é maior conforto e menos problemas na caixa de direção e na suspensão. Evite a raríssima versão XN, ruim de venda e quase sempre sem ar-condicionado. Aliás, se achar qualquer outro 306 sem ar, fuja desesperadamente, pois é mico na certa.

A partir de 1998, o 306 sofreu uma leve reestilização nos faróis e grades e passou a contar apenas com motor 1.8. Os nomes mudaram para a básica Selection - após 1999 virou Soleil -, a esportiva Rallye e a luxuosa Passion. Todas com freio a disco nas quatro rodas, airbag do motorista e excelente aceitação no mercado.

* Reportagem publicada na edição de março de 2003
da revista QUATRO RODAS





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