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Carros | Usado do mês
Mercedes-Benz Classe A
Outubro 2003

Mercedes-Benz Classe A

Conhecido como "popular da Mercedes", o modelo não tem nada de mico quando é usado. Conforto, prestígio e equipamentos de segurança dignos de carro alemão seduzem o público

Por Por Samanta Greghi / fotos: Marcelo Spatafora
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As pessoas têm medo de entrar na loja e perguntar o preço do Classe A", diz Ricardo Fanin, vendedor da Comark, autorizada Mercedes-Benz. "De cada dez pessoas, sete pensam que o seminovo custa mais de 50000 reais." Bem, então vamos acabar com um mito. Você pode ter um carro com o prestígio e o nível de segurança de um autêntico Mercedes por um preço a partir de 22600 reais*.

O Classe A, também chamado por muitos de "popular da Mercedes", não é esse mico que se pensa dele. Compare: um A160 Classic 2002, com motor 1.6 de 99 cavalos, sai por 30000 reais. E olha que isso já inclui direção hidráulica, ar-condicionado, freios ABS, controle de estabilidade e o BAS, um sistema eletrônico que ajuda nas frenagens de emergência acionando o freio com toda intensidade. Nada mau para um modelo com apenas um ano de uso e o prestígio da marca alemã.
Quer mais? Com 25000 reais você compra um top de linha Classe A190 Elegance, ano 2001, com motor de 125 cavalos. A mesma faixa de preço de Gol ou Fiesta 1.0 novos, sem o mesmo acabamento, espaço, motor e tecnologia.

A versão Classic, mais simples, é maioria nas ruas. Já a Elegance traz de série rodas de liga leve aro 15, regulagem do volante e vidro elétrico nas quatro portas, além de console, painel, câmbio e volante revestidos de couro. Com sorte, você encontra versões com banco de couro e disqueteira pelo mesmo preço.

Se a intenção é um automático, vá em frente. Só prepare o bolso com mais 4000 reais. Há ainda o sistema com embreagem semi-automática, que permite ao motorista trocar as marchas normalmente, mas sem o pedal da embreagem. Se você encontrar um modelo com esse equipamento - opcional no Classic e no Elegance -, saiba que é um investimento de risco. Além de aumentar o preço em 1500 reais, é comum encontrá-lo com problemas mecânicos, em virtude do mau uso.
Independentemente da versão, o Classe A é sinônimo de revenda rápida. Em muita autorizada Mercedes, o carro usado nem chega a ir para o pátio. Vai direto de um comprador para o outro. Há interessados que ligam e deixam seu pedido na lista de espera, tamanha é a procura pelo usado.

Outra vantagem é o baixo índice de roubo. Graças à parte eletrônica, o furto é quase impossível e a reutilização de peças em desmanches não é tarefa das mais fáceis. Por isso o seguro de um Classe A160 Elegance, ano 1999, fica em 1500 reais, muito menos que um Golf 1.6 do mesmo ano, que sai no mínimo por 3000 reais*.

Para reduzir o preço, a fábrica fez algumas unidades sem ar-condicionado. Com o mico nas mãos, o concessionário repassava para bingos e frotas de empresas. Nem pense em pegar um deles.

Outra boa dica é sobre a garantia. Se o carro for faturado até 31 de dezembro de 2001, a garantia de fábrica já acabou, pois era apenas de um ano. Mas todos comprados a partir de 1º de janeiro de 2002 têm garantia de dois anos*.

Quando o assunto é manutenção ou reparo, tocamos em seu calcanhar-de-aquiles. Defeitos simples ou troca de óleo ou filtros não são problema para oficinas não autorizadas. Mas consertos mais complicados, especialmente no motor, precisam ser feitos em concessionárias. As oficinas comuns em geral não conhecem a mecânica Mercedes e não dispõem de ferramentas e equipamentos que às vezes são específicos para esse modelo da marca.

E prepare o cheque para pagar as peças. Um jogo de pastilhas de freio sai por 400 reais e um amortecedor traseiro fica em 320 reais*.

É o preço de uma estrela.

* Reportagem publicada na edição de setembro de 2003
da revista QUATRO RODAS





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