
A voz do dono - "Tenho um C 280 1995. Ele oferece uma relação custo/benefício inigualável, grande confiabilidade mecânica e impressiona na rua. Ainda gasta pouco: faz 8 km/l na cidade com ar ligado, mesmo tendo câmbio automático. Mas só é possível comprar um carro desses se estiver tudo em dia, pois os reparos são caros."
Miguel Francisco Brandtner, 39 anos Porto Alegre (RS)
Nós dissemos - "Entre os compactos da fábrica alemã, o C 280 é o máximo em requinte, conforto e motorização. (...) Com motor de 193 cavalos de potência e 27,5 mkgf de torque, o motor 2.8 levou os 1560 quilos do sedã a 221 km/h (...). E, apesar do câmbio automático, teve uma boa aceleração de 0 a 100 km/h: 9,88 segundos."
QUATRO RODAS, Fevereiro de 1994
Para americano ver - Assim como alguns BMW, rodam no Brasil Mercedes feitos para os Estados Unidos, em geral trazidos por importadores independentes. A qualidade é a mesma, mas sua aceitação no mercado é um pouco menor. Aprenda a reconhecer um "americano": os piscas dianteiros têm desenho diferente e incluem luz de posição (se acendem com os faróis ligados); o número do chassi aparece sob uma janela no pára-brisa; quando acionada a ignição, soa uma campainha de aviso sobre o cinto de segurança. Há uma exceção: na versão feita para o Canadá, os detalhes são os mesmos, mas o velocímetro está em quilômetros e o computador de bordo registra em litros. Na "americana", está em milhas e galões, respectivamente.
* Reportagem publicada na edição de maio de 2004
da revista QUATRO RODAS




