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Carros | Usado do mês
VW Passat
Outubro 2004

VW Passat

Onde mais dá para encontrar sedã de luxo,

com um espaço generoso e uma farta opção de equipamentos, por 13500 reais

Por Alexandre Ramos
Lista de matérias por data:

ALTERAR O TAMANHO DA LETRA  

O mesmo nome, gerações distintas. Enquanto o Passat nacional surgiu em 1974 e representava o primeiro Volks feito no país com motor refrigerado a água, o importado alemão quase nada tem a ver com seu homônimo brasileiro. Estava na terceira geração quando desembarcou aqui oficialmente em 1994.

O mais vendido é o GL 2.0, de 116 cavalos. Entre os itens de série, ar-condicionado, direção hidráulica e acionamento elétrico para vidros, espelhos e trava. O top de linha é o Exclusive, com motor 2.8 VR6, de 174 cavalos e seis cilindros em V - com apenas um cabeçote, graças ao estreito ângulo de 15 graus entre as bancadas de cilindros. Trazia ainda bancos de couro, duplo airbag e rodas de liga leve. Ambas as versões podem ser encontradas com câmbio automático, por preços entre 1000 e 1500 reais a mais. A partir de 1996, o GL ganhou rodas de liga leve de série e airbag para o motorista.

Ao comprar um Passat, atenção: ele só foi trazido pela fábrica nos anos-modelo 1994, 1995 e 1996. Em 1997 quase não houve importação e, em 1998, começou a chegar em massa a quarta geração, totalmente reestilizada, mais moderna e bem mais cara. Era vendido em três versões: 1.8 20 válvulas de 125 cavalos, 1.8 turbo de 150 e 2.8 VR6 de 190.

Como ocorre com boa parte dos sedãs de luxo mais antigos, o Passat apresenta excelente relação custo/benefício, pois custa a partir de 13500 reais. O excelente espaço interno surpreende até mesmo se comparado a modelos mais modernos e de categoria superior. Também é digna de elogios a facilidade de revenda, qualidade rara em importados em geral.
Seu pior defeito são as peças caras e difíceis de encontrar. Portanto, para comprar um Passat, só em ótimo estado.

A voz do dono - "Sou quase feliz com meu Passat VR6 1995. Na verdade, com o carro me considero satisfeito. Mas, quando preciso de alguma peça, começo a ficar preocupado, pois elas são caras e difíceis de encontrar. Os faróis poderiam ser melhores, pois até mesmo os auxiliares são fracos. Cuidado com as maçanetas das portas: são frágeis e caras."
Adilson Pereira dos Santos, 39 anos Curitiba (PR)

Nós dissemos - ""Na pista, o Passat GL 2.0 fez com que o motorista sentisse absoluto controle da direção em manobras rápidas, frenagens e curvas. (...) Quanto ao conforto, basta uma rápida olhada no interior para se levar uma boa impressão. (...) Poucos dispõem de distância semelhante entre o pedal do acelerador e o banco traseiro. São quase 2 metros (1,97 m), que proporcionam excelente acomodação."
Quatro Rodas, Maio de 2000

Abaixo a independência - Antes da Volks, importadores independentes
já traziam o Passat - vinha dos Estados Unidos, em 1993. Há várias diferenças em relação ao modelo oficial. A principal: o Passat de independentes não tem a grade do radiador, ficando a função de tomada de ar a cargo do símbolo da VW e da parte inferior do pára-choque. No sedã americano, apenas a versão top GLX era importada. Tinha velocímetro em milhas, sistema de aviso sonoro para cinto de segurança e faróis acesos, locais menores para placa, lanternas dianteiras de posição que se acendiam com os faróis e chassi gravado sob o vidro dianteiro, entre outras características. Evite-o, pois é dificílimo de ser revendido. * Reportagem publicada na edição de outubro de 2004
da revista QUATRO RODAS





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