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Carros | Usado do mês
Chevrolet Prisma
Fevereiro 2010

Chevrolet Prisma

Ele alia o baixo custo de manutenção do Celta à vantagem do motor 1.4 flex e o porta-malas maior

Por Fernando Garcia
Lista de matérias por data:

ALTERAR O TAMANHO DA LETRA  

O que não falta no mercado é fartura de sedãs compactos. Mas poucos deles se equiparam ao Prisma quando a prioridade do comprador é custo de manutenção. Derivado do Celta, com quem divide plataforma e peças, o modelo foi projetado para custar pouco na hora da compra e de ir para a oficina. O carrinho ainda oferece outra vantagem: o porta-malas, com capacidade de 439 litros, que supera até mesmo sedãs maiores como Honda Civic (340 litros) e Toyota Corolla (437 litros).

Assim, por menos de 25 000 reais, você acha boas ofertas no mercado de seminovos, como um Prisma 2007 equipado com direção hidráulica, travas e vidros elétricos, alarme, CD player e ar-condicionado. Outro benefício é seu motor flex e 1.4, uma garantia de mais desempenho em relação aos 1.0 tão comuns nesse segmento e faixa de preço. E não estranhe se ouvir reclamações sobre o consumo. Seus donos dizem que são frequentes nos primeiros 15 000 km marcas de 6,5 a 7 km/l com álcool na cidade. Como revelou o desmonte no teste de Longa Duração (outubro de 2008), após 60 000 km, o sedã cumpre bem sua função quando o assunto é o bolso. “O Prisma teve preço, facilidade de revenda e consumo de carro pequeno. O motor chegou inteiro, bem como o acabamento interno.

O Prisma está um passo à frente de Celta, Mille e Ka? Sim. Está três passos à frente? Não. É honesto.” O Prisma foi lançado no fim de 2006, só com o motor 1.4 Econo.Flex de 97/89 cv em duas versões: Joy, com desembaçador, conta-giros e aviso de faróis ligados, e Maxx, que agregava ainda direção hidráulica (opcional na Joy), além de maçanetas da cor do carro, molduras nos instrumentos com os ponteiros pintados e console com porta-copos. Em ambas são opcionais ar-condicionado, travas e vidro elétrico.

A versão 1.0 VHC E de 78/77cv só chegaria no início de 2009. Ganhou de série acelerador eletrônico, console com porta-copos, brake-light e espelho para passageiro. O travamento automático das portas a partir de 15 km/h era exclusivo da Maxx. A linha 2010 marcou a estreia do acelerador eletrônico no 1.4, um novo coletor de plástico e ajustes na injeção, que fizeram a potência subir para 97/95 cv.

 



FUJA DA ROUBADA

Tome cuidado com os Prisma equipados com GNV, configuração comum de ser encontrada no mercado. Essas unidades podem ter sido utilizadas como táxi.

 

 



NÓS DISSEMOS
Outubro de 2006

 



“O carro chega aos 100 km/h em 11,3 segundos com álcool no tanque. Com gasolina, o número é 6 décimos de segundo mais alto. O Polo Sedan, medido nesta edição, cravou 12,3 segundos no mesmo teste, apesar de ter motor de 1,6 litro. (...) A exemplo do Celta, as três primeiras marchas são curtas, o que torna o carro ágil no trânsito. As outras, em compensação, são longas. (...) Na dianteira, o visual que lembra o Vectra foi mantido. Assim como no Celta, o Prisma também possui entradas espalhadas pela carroceria para facilitar o acesso de ferramentas e baixar o custo de um conserto.”

 

 



PREÇO DOS USADOS (EM MÉDIA)

1.4 Joy
2007:
24690
2008: 25626
2009: 26740

1.4 Maxx
2007: 26547
2008: 27680
2009: 28869

FONTE: FIPE-USP

 

 



PREÇO DAS PEÇAS

Para-choque dianteiro

Original: 318
Paralelo: 289

Farol completo (cada um)
Original: 286
Paralelo: 226

Disco de freio dianteiro (cada um)
Original: 192
Paralelo: 53,40

Pastilha de freio dianteira (cada um)
Original: 150
Paralelo: 40,50

Retrovisor (cada um)
Original: 182
Paralelo: 78

Amortecedor diant./tras. (cada um)
Original: 227/177
Paralelo: 179/103

 

 



PENSE TAMBÉM EM UM...
Fiat Siena

 



Se você é daqueles que viajam com excesso de bagagem, o Siena poder ser a alternativa mais adequada. São 500 litros de porta-malas, ou 61 litros a mais que no Prisma. Além disso, o acabamento é melhor, com tecido nas portas e plástico mais agradável ao toque. O ajuste macio da suspensão vai deixar feliz quem busca mais conforto para a família. Outras vantagens são a maior oferta de modelos e os preços menores, já que é um modelo mais antigo e com dezenas de versões e configurações de equipamento. Por outro lado, o sedã da Fiat peca no valor do seguro, que custa 2 630 reais, contra 1 875 do Prisma, para um homem, de 35 anos e morador de São Paulo.

 

 



ONDE O BICHO PEGA

 



Acabamento:
Como herda o excesso de plástico do irmão Celta, são comuns os ruídos, mesmo em carros mais novos. Não se esqueça de checar se o painel de portas e de instrumentos está riscado ou trincado. E não deixe de verificar se há ruídos nas dobradiças de portas e na tampa do porta-malas.

Farol: Mesmo nos modelos mais novos, o farol costuma embaçar devido à má vedação da lente. Para isso, basta aplicar uma camada de silicone em volta da peça para solucionar o problema.

Marcador de combustível: Não é difícil apresentar defeitos na leitura. Isso acontece em geral por uso de combustível de má qualidade. Nesses casos, o melhor a fazer é trocar a boia do tanque, que custa 250 reais na concessionária.

Discos e pastilhas: Veja se as pastilhas estão gastas e os discos, empenados, pois costumam ter vida útil comprometida aos 15 000 km, em média, segundo os donos e oficinas. Mas há casos de troca com quilometragem menor ainda.

Câmbio: Teste se as marchas não arranham no engate, principalmente a ré, uma das grandes reclamações dos proprietários de Prisma.

Recall: Confira no 0800-7024200 se o modelo escolhido passou pelo recall do fecho do cinto de segurança dos bancos dianteiros. Segundo a GM, havia dificuldades para prender ou liberar a trava, podendo provocar acidentes.

 



A VOZ DO DONO

 



“Por ser meu primeiro carro, fiz questão de que tivesse um motor esperto e um porta-malas generoso para acomodar um bom equipamento de som e a bagagem. Só acho que a montadora deveria melhorar o sistema de freios, que deixa a desejar na durabilidade. Precisei trocar disco e pastilha com apenas 15 000 km.”
Ivan Azevedo do Nascimento, 25 anos, assistente administrativo, Osasco (SP)

O QUE EU ADORO

“É o melhor custo-benefício de todos os sedãs que testei. É bonito, potente, confiável e ainda tem a manutenção barata e porta-malas generoso.”
Fabio Nobuyoshi Kawahara, 30 anos, cirurgião-dentista, Santa Helena de Goiás (GO)

O QUE EU ODEIO

“No geral, é um carro muito barulhento. Além disso, utilizo-o em estradas e mesmo assim já troquei as pastilhas de freio três vezes, com apenas 50 000 km.”
Reiner Lorenz, 32 anos, gerente comercial, Curitiba (PR)

 

 






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