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Carros | testes
Frenagem
Julho 2006

Frenagem

No seco, show de fumaça. No molhado, holiday on ice. Teve pneu que escorregou bonito

Lista de matérias por data:

ALTERAR O TAMANHO DA LETRA  

Sério: é na hora de frear pesado que você se lembra dos pneus. Dizer que o seu produto tem a capacidade de parar o carro num espaço menor que os da concorrência enche os olhos dos motoristas e se transforma num poderoso argumento de venda. Não é à toa que os técnicos das fábricas ficaram tão atentos a essa prova.

Na média, a Pirelli se deu melhor. Pode não ter apresentado a melhor marca nas frenagens em piso seco e molhado no aro 13, mas ficou logo abaixo dos Michelin e Goodyear, que praticamente empataram na liderança. No aro 15, ela dominou. Quem decepcionou, em ambas as medidas, foi a Continental.

As frenagens foram feitas a partir de 80 km/h até a imobilização completa, tanto em asfalto seco como molhado. Para evitar desvios de trajetória que comprometessem as medições, os freios nas rodas traseiras foram desligados. É por essa razão que não se pode comparar os resultados daqui com as medições feitas em testes normais dos mesmos carros. Ou seja, um Gol não leva mais de 40 metros para parar a partir de 80 km/h em terreno seco. Com o sistema todo ligado, 30 metros é o espaço que ele deve percorrer.

Para ficar no mesmo Gol, Michelin e Goodyear empataram ao gastar 42 metros na prova em piso seco. A Pirelli precisou de 42,9 metros, na média de três passagens. Firestone ficou atrás com 44,2 metros. A distância aumentou bem nos 46,2 metros de média da Continental. Em outros números, uma disparidade de 4,2 metros entre as duas pontas da classificação. É o equivalente ao comprimento de um carro inteiro.

No molhado, a distância cresceu ainda mais. Enquanto a Firestone fez a marca de 59,9 metros, a Continental outra vez estabeleceu o pior registro, com média de 66,1 metros. Goodyear e Pirelli ensaiaram um empate rápido com 63 e 62,7 metros, respectivamente. E os Michelin não saíram tão bem na foto. Gastaram 64,3 metros.

Com a Marea Weekend de aro 15, os Pirelli foram melhores no seco (média de 44,3 metros) e no molhado (67,6 metros). Goodyear e Firestone conseguiram resultados parecidos na frenagem em pista seca, com a Michelin chegando mais abaixo. Com água no asfalto, aí as três ficaram empatadas. A dor de cabeça fica para o pessoal da Continental, que teve as piores passagens nas duas situações. A maior diferença: 8 metros contra a Continental na comparação com o Pirelli no piso molhado.

Na teoria, a Continental poderia esperar um desempenho melhor. A borracha mais macia, que lhe deu bons números na aderência, deveria oferecer ajuda extra na frenagem. Aqui surge outro componente importante, que pode ter sido decisivo: o desenho dos sulcos. Ao escolher o labirinto de riscos usados na banda de rodagem, o fabricante tenta equilibrar vários fatores, como ruído, capacidade de drenar a água, de aderir ao chão numa curva e de parar em linha reta. É a história do "cobertor curto" outra vez.

CAMPO DE TORTURA
FRENAGEM
As frenagens aconteciam com o travamento total das rodas, a partir de 80 km/h. Para encontrar a média do espaço de frenagem de cada jogo de pneus, foram consideradas três passagens no piso seco e três no piso molhado. Para evitar que um eventual travamento das rodas traseiras tirasse o carro da trajetória e comprometesse as medições, o freio atuava apenas nas rodas da frente. Atrás, o sistema foi desligado.


Os testes:

> Aderência
> Frenagem
> Aquaplanagem
> Impacto
> Consumo
> Ruído

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