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Carros | Lançamentos
Suzuki Grand Vitara
Outubro 2008

Suzuki Grand Vitara

A Suzuki retorna ao Brasil após cinco anos focando no segmento de carros 4x4

Por adriano griecco | fotos Marco de Bari
Lista de matérias por data:

ALTERAR O TAMANHO DA LETRA  

Ainda hoje o Suzuki Vitara é um modelo com boa procura no mercado de usados. O jipinho chegou aqui na década de 90, inaugurando um nicho de mercado, e conquistou uma legião de fãs, tanto pelas dimensões compactas como pela habilidade de encarar uma trilha. Com isso – e também por causa da ausência de concorrentes diretos –, ele se tornou um sucesso. Mais para a frente, a marca ainda traria o Grand Vitara (que hoje atende pelo nome de Tracker e é vendido sob a bandeira da GM), além de outros modelos menos cotados, como o Baleno e o Jimny, até sair definitivamente do mercado brasileiro em 2003.

Agora a Suzuki retorna, trazendo a terceira geração do Grand Vitara (se considerarmos o Vitara a primeira), lançada em 2005 lá fora. Conta com o apoio de uma rede autorizada de dez concessionárias. Mas, diferentemente do antepassado desbravador, o utilitário deverá ter vida dura por aqui. Ele encontra um segmento em temperatura próxima da ebulição, liderado pelo agressivo Hyundai Tucson, que mantém uma média de 1 700 unidades vendidas ao mês.

Por enquanto, o Grand Vitara só será importado na versão a gasolina, com motor 2.0 16V de 140 cv, construído inteiramente – bloco e cabeçote – de alumínio. São duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de quatro. O jipe só existe com tração integral permanente, que conta com bloqueio do diferencial central – para distribuir igualmente a força entre as rodas e ainda a tração reduzida –, item este que, pela legislação brasileira, viabiliza a importação de uma versão turbodiesel, comercializada em outros mercados da marca.

O segredo do Tucson – ou melhor, parte dele – está no preço. Na tabela, ele custa 79 900 reais (e ainda é possível conseguir um desconto nas concessionárias). O Grand Vitara chega a 89 790 reais na versão manual e 94 790 na automática. E vem bem equipado de série, com trio elétrico, ar-condicionado e direção hidráulica. A Suzuki argumenta que o carro conta com tração integral e que, por isso, seu preço fica acima do do rival. Em parte, é verdade. No segmento dos 4x4, o Vitara custa menos que seus pares: um Kia Sportage 2.7 4x4 automático custa 99 900 reais. Já um CR-V, também 4x4, sai por 110 000 reais. Vale lembrar que ambos são mais potentes que o Suzuki.

A questão é medir a relevância da tração 4x4 nesse segmento. Pelos números de venda das versões equipadas com o item, ela é das menores. Um CR-V vende, em média, 100 unidades ao mês. A estimativa de venda do Grand Vitara está em 150 carros, ou 15 por concessionária. É pouco.


VEREDICTO
Disputa um nicho de mercado restrito. É mais barato que CR-V e Sportage. Pena que sua rede assistencial ainda seja pequena.





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