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Carros | Impressões ao dirigir
Hyundai HB
Janeiro 2012

Hyundai HB

Fomos até a Coreia do Sul para conhecer o HB, futuro Hyundai brasileiro que estreia em 2012

Por Péricles Malheiros | projeções: Du Oliveira
Lista de matÉrias por data:

TAMANHO DA LETRA  

>>> ATENÇÃO: ESTA NOTA FOI PUBLICADA EM JANEIRO, COM AS IMPRESSÕES AO DIRIGIR REALIZADA COM O HB20 NA CORÉIA. PARA SABER SOBRE O LANÇAMENTO OFICIAL DO HB20 (12/09/2012) CLIQUE AQUI<<<

As instalações da fábrica da Hyundai em Piracicaba, no interior de São Paulo, estavam, no fim de 2011, 80% concluídas, segundo a própria marca. De acordo com o cronograma, a partir de abril iniciam os testes de montagem. É dessa planta que sairá o modelo que, até o momento, é conhecido pelo nome de código HB, de Hyundai Brasil. Nós fomos até a Coreia do Sul (reportagem publicada na edição de janeiro de 2012) conhecer de perto a novidade e participar de um breve test-drive.

>> VEJA TAMBÉM: TEST-DRIVE COM O HYUNDAI HB20 NO BRASIL

A avant-première organizada pela Hyundai para mostrar o HB sem disfarce foi rápida, menos de 10 minutos. E nada de autorização para fotografar o modelo sem camuflagem. Um time de engenheiros acompanhou tudo de perto.

Três cilindros

Abri o capô e vi que se tratava do mesmo motor do Kia Picanto, um três-cilindros 1.0 12V flex. Também notei que o HB terá assistência hidráulica da direção - diferente do carrinho da Kia, cujo auxílio é elétrico. Antes que os coreanos fechassem o capô, foi possível notar que a bateria era brasileira, produzida pela Heliar. A Hyundai ainda não fechou qual marca fornecerá os pneus do HB: o que estava no estepe, dentro do porta-malas, era um Pirelli, mas os que estavam rodando eram Goodyear - todos na medida 175/70 R14. Entrei no carro.

Todas as colunas têm revestimento plástico e os cintos dianteiros possuem ajuste de altura - os laterais traseiros são retráteis. A coluna de direção, com ajuste de altura e profundidade, e o banco do motorista, com regulagem de altura, facilitam a tarefa de encontrar boa posição para dirigir. Há outros luxos na cabine, como volante com controles de som e viva-voz, abertura interna da tampa de acesso ao bocal de combustível, porta-objetos com tampa corrediça e entradas auxiliares à frente da alavanca do câmbio. O grande porta-luvas segue a tradição Hyundai: basta deslocar sua tampa para ter acesso ao filtro de cabine.

O painel, com formas sinuosas, tem baixo relevo na porção central, o que destaca ainda mais a região central, com o rádio cercado por duas saídas de ventilação verticais no alto e os comandos do ar-condicionado (velocidade, temperatura e direcionador de fluxo) e teclas do pisca-alerta e do desembaçador traseiro mais abaixo - a Hyundai não permitiu que fossem feitas fotos do interior. A cobertura superior em forma de aba garante boa visualização do quadro de instrumentos - conta-giros e velocímetro grandes separados por uma tela digital de fundo azul com caracteres brancos. Os faróis principais e os de neblina são acionados na alavanca esquerda. Os botões dos vidros elétricos ficam ao alcance das mãos, no apoio de braço das portas, mas os retrovisores elétricos são regulados por meio de um botão no painel, à esquerda do volante.

Três versões do protótipo da Hyundai foram disponibilizadas na pista: 1.0 com câmbio manual e 1.6 manual e automático.

Gol com motor de Picanto

O "test-drive" se resumia a um trecho de ida e volta em piso de asfalto regular. Frenagens bruscas e desvios de trajetória repentinos foram proibidos. Ative-me ao 1.0. A impressão ao volante foi como a de dirigir um Gol com motor de Picanto. Explico: o três-cilindros tem um som característico de funcionamento, menos nervoso que um quatro-cilindros. O "lado Gol" da experiência se justifica pela posição de dirigir e pela resposta ao volante. Como o teste instrumentado também estava na lista de vetos da Hyundai, arrisquei uma medição de 0 a 100 km/h consultando apenas um relógio digital de pulso e o velocímetro. Resultado: 16,9 segundos - praticamente o mesmo tempo do Picanto avaliado na edição de setembro de 2011, que registrou 17,1 segundos.



FAMÍLIA HB

Os hatches (1.0 e 1.6) começam a ser vendidos em novembro de 2012. Depois, em meados de 2013, será a vez do sedã. Para 2014, está prevista a chegada do "HB aventureiro". Não será apenas uma versão com traje selvagem, mas um SUV pequeno, nos moldes da atual dupla Fiesta e EcoSport. Uma fonte ligada à marca no Brasil avisa: "Se a aceitação dos HB hatch e sedã for boa, a estreia do aventureiro pode ser antecipada".





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