Compre Seu Carro
Seu comparativo
Guia de oficinas
 
Publicidade
TOP 10 QR
Os carros mais procurados da semana no site Quatro Rodas
  • Cobalt
  • March
  • Versa
  • Cruze
  • EcoSport
  • i30
  • Palio
  • Duster
  • S10
  • Elantra
  • | A-Z |
Newsletter
Assine a Newsletter QUATRO RODAS
MAPAS E GPS
RUAS »
RODOVIÁRIO »
R$/litro
Km/litro
Litros/tanque
Rota mais rapida?

PUBLICIDADE
Carros | Impressoes ao dirigir
Fiat Bugster
Dezembro 2008

Fiat Bugster

Desde o conceito até os materiais usados, tudo é ecologicamente correto no protótipo apresentado pela Fiat no último Salão do Automóvel

Por Péricles Malheiros
Fotos Marco de Bari
Lista de matérias por data:

ALTERAR O TAMANHO DA LETRA  

A onda verde que vem cobrindo os principais eventos automotivos mundiais chegou de vez ao Brasil. E o mais novo ativista local é o FCC II, o segundo Fiat Concept Car, apresentado no Salão do Automóvel. Quem é da casa, porém, chama-o pelo apelido dado ainda em sua fase embrionária: Bugster, em alusão à fusão dos conceitos de bugue e roadster. Movido por um motor elétrico alimentado por 93 baterias de íon de lítio ligadas em série, o protótipo nasce com a missão de ser ecologicamente correto e, ao mesmo tempo, garantir diversão e prazer ao dirigir. Para saber se ele pode cumprir essa tarefa, lá fomos nós para a pista.

Pulo para dentro do cockpit e assumo o volante. Uma inspeção visual mais detalhada revela pequenas falhas de acabamento no interior: superfícies mal lixadas, encaixes assimétricos, folgas no painel. Tudo bem, carro-conceito é assim mesmo, artesanal. Giro a chave no contato e o único som que escuto vem da dianteira. “É o ruído do compressor elétrico adotado para atuar em conjunto com o servofreio”, afirma Manuel Ferreira, responsável pelo desenho exterior do Bugster. Libero o freio de mão e não encontro a tradicional alavanca de marchas. O seletor do câmbio fica no centro do painel, ativado por teclas (N, D e R) protegidas por uma máscara única, como em fornos de microondas. A Fiat diz que é o câmbio automatizado Dualogic adaptado para orquestrar o motor elétrico.

Acelero fundo, mas não passo dos 40 km/h em plena reta. Há algo errado. Onde estão os 80 cv de potência e os 22,9 mkgf de torque anunciados pela Fiat? Mais alguns metros e o Bugster pára de funcionar. No painel, o indicador de carga de bateria – um marcador de combustível convencional adaptado – mostra que está tudo bem. Na base da insistência e engatando a marcha-ré, consigo levar o carro de volta aos boxes. Ferreira afirma que a falta de fôlego teria sido proposital. “Por cautela, limitamos o desempenho. É a primeira vez que o Bugster encara uma pista”, diz. Mas por que ele parou de andar? “Acabou a carga das baterias e demora cerca de oito horas para uma recarga completa”, afirma. Sendo assim, fim do test-drive.

Estilo e desenho radical o Bugster tem. Boas iniciativas, como o motor elétrico e os materiais recicláveis, também. Assim, dá para dizer que o conceito tem potencial para oferecer diversão sem impacto ambiental. Só precisa amadurecer.





» FOTOS


Publicidade