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Carros | Impressoes ao dirigir
Changhe Ideal
Agosto 2007

Changhe Ideal

Com preço baixo e bem equipada, minivan será o primeiro automóvel importado da China a chegar ao Brasil

Por Paulo Campo Grande | Fotos: Marco de Bari
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Os utilitários da marca Chana foram os primeiros chineses mostrados oficialmente no Brasil, no Salão do Automóvel do ano passado. Mas o primeiro automóvel made in China comercializado no país será a minivan que você vê nestas páginas. A Changhe Ideal já foi homologada para rodar em nossas ruas e o primeiro lote de 200 unidades chega no fim de setembro. Inicialmente, virá apenas uma versão de acabamento, equipada com motor 1.0.

Em nosso primeiro contato, podemos dizer que a Ideal fez jus ao nome quanto ao preço já anunciado, de 22 980 reais, e ao prazo de garantia, de dois anos ou 50 000 quilômetros. O pacote de equipamentos, que inclui ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, faróis de neblina, banco traseiro bipartido e CD player - tudo de série -, é igualmente interessante. Assim, ela seria mais barata (e equipada) que o Mille - que custa 23 780 reais, sem nenhum desses itens. Faltou apenas a direção hidráulica, que não está disponível nem como opcional - e que faz falta, porque o sistema exige esforço do motorista nas manobras.

Seu acabamento é simples, mas bem cuidado. As colunas da cabine têm uma cobertura plástica e o forro do teto é agradável ao toque. Os bancos de tecido são confortáveis e não se ouvem ruídos de acabamento ao rodar. O espaço interno é generoso apenas para quatro adultos, que se acomodam com conforto. Só o porta-malas é reduzido demais - a fábrica só divulga a capacidade máxima, de 414 litros, com os bancos rebatidos.

O motor 1.0 é bem menos potente que os existentes no Brasil. Enquanto um Mille tem 65 cv e um Celta, 70 cv, a Ideal só oferece 47 cv. Mas até que ele se mostrou suficientemente bom para transportar o motorista, em um trecho de pista plana, como foi nosso test-drive. Como não pudemos testá-la em ladeiras, fica difícil avaliar sua capacidade de levar peso, mas deu para perceber que com a família a bordo seu rendimento vai cair. Isso porque seu torque é baixo (7,4 mkgf) e o câmbio, longo - um Mille tem 9,1 mkgf (com gasolina), ou seja, 23% a mais. A fábrica não divulga a aceleração de 0 a 100 km/h, mas informa que sua máxima é de 120 km/h e que ela faz até 20 km/l. Segundo a marca, o motor já está calibrado para rodar com nossa gasolina (com álcool). A suspensão é macia e, segundo a fábrica, não precisou ser adaptada, uma vez que o piso chinês seria pior que o nosso.





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