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Carros | Impressoes ao dirigir
Fiat Palio 2008
Março 2007

Fiat Palio 2008

Renovação carismática: A cara do Palio mudou como nunca para ele manter o apelo de vendas de sempre

Por Marcelo Moura | Fotos: Marco de Bari
Lista de matérias por data:

ALTERAR O TAMANHO DA LETRA  

Certa vez, o apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, disse que prepara as matérias pensando no Homer, pai de família no desenho Os Simpsons. Menos polêmico e mais romântico, Peter Fassbender dedica o desenho do novo Palio a sua mulher. "Às vezes ela não percebe que um carro mudou, não queria que isso acontecesse", diz o designer responsável pelo Centro de Estilo da Fiat Brasil. Toda vez que você achar o pedal de freio do Palio leve e a suspensão macia demais, lembre que ele foi feito para agradar à maioria, como um jornal da TV Globo. Você pode preferir outros carros, mas há de concordar que o Palio não tem nada de errado, sequer o preço do seguro. Sua tia - e o Homer Simpson, se dirigisse por aqui - achariam o mesmo.

Mas não estava muito cedo para trazer o Palio novo? Esse é o quarto desde 1996. Ver o carro ficar ultrapassado a cada três anos parece frustração semelhante à de quem compra o computador mais avançado e não consegue se gabar disso por mais de um mês. "Percebemos que o público do Palio troca de carro entre dois anos e meio e três anos", afirma Eduardo Lages, supervisor de marketing da Fiat. "Ele sempre encontrará uma geração mais nova na loja quando quiser trocar, e seu carro não sofrerá tamanha desvalorização porque continua em linha, como modelo Fire." A versão de entrada também serve para fazer o ajuste fino nesse intervalo para troca de gerações. "Quando ela começa a ganhar vendas do modelo novo, é sinal de que o público começa a comprar o Palio pela utilidade, não pela imagem. É hora de mudar", diz Luiz Cláudio Freitas, analista de produto da Fiat.

A renovação do Palio era para ter acontecido ainda mais cedo, na época do Salão do Automóvel. O modelo Fire, que sempre fica uma geração atrás, tinha mudado em julho. "Mas de repente o mercado aqueceu e passou a comprar de tudo, o Fire ganhou vendas e as outras versões não perderam tanto. Pelo contrário, deixamos de vender 10 000 unidades por falta de capacidade de produção. Resolvemos aproveitar essa onda por alguns meses e adiar o lançamento", afirma Carlos Eugênio Dutra, diretor de produto. "Mas agora tínhamos que lançar, ou o carro começaria a ficar velho antes de chegar à rua."

Comportamento bipolar
"O Palio sempre foi um carro amigável, familiar", diz Fassbender. "Mas dessa vez quisemos pôr mais agressividade." Em se tratando de Palio, mesmo as ousadias partem de uma aceitação geral. "Os homens esperavam um desenho mais esportivo e as mulheres, um carro mais robusto. Então realçamos a grade do radiador, que lembra a potência do motor, e criamos a impressão de velocidade com vincos que desaparecem na lataria, como se fossem pinceladas", diz o chefe de design da Fiat. O novo estilo é corajoso, ao fazer emendas e pôr vincos em partes bastante visíveis da carroceria. O friso horizontal acima das maçanetas, por exemplo, denuncia qual quer erro no alinhamento das portas. E, pelo menos nos carros da apresentação, não era denúncia vazia: faltou qualidade na montagem. Talvez sejam falhas passageiras de um lote pré-série, mas por enquanto elas existem.

Os frisos horizontais sugerem desempenho, mas os motores continuam rigorosamente como estavam. O 1.0 Fire é bipolar: no cenário típico do diaa- dia, trânsito apertado e duas pessoas a bordo, é calmo e agradável; acima disso - mais gente, mais pista, mais ladeiras - vira um carro impotente. O 1.4 Fire é do tamanho certo, dá a impressão de que qualquer motor maior seria exagero. E o 1.8 Família I, fabricado pela Chevrolet, transforma a impressão em certeza: parece um carro customizado, que ganhou potência sem os devidos ajustes de câmbio e suspensão. Arrancando, canta pneu até em terceira marcha. Gostoso de provocar em espaços pequenos, parece sem sal numa estrada aberta.

Se a Fiat não mudou os motores, não foi por preguiça. No Palio, já foram 16 configurações (Fiasa 1.0, 1.0 álcool, 1.5, 1.5 álcool, 1.6 e 1.6 16V; Fire 1.0, 1.0 16V, 1.0 Flex, 1.3, 1.3 Flex, 1.3 16V, 1.4 Flex; Família I 1.8 e 1.8 Flex e elétrico). Os atuais 1.0 e 1.4 não devem nada à concorrência. O 1.8 é que destoa, fica atrás dos 1.6 16V da Renault, da PSA, da Toyota... e da própria Fiat, que tinha um belo 1.6 16V no Marea, evolução do já usado no Palio.

Diferente até de longe
Na estrutura, o novo carro é praticamente igual ao primeiro, de 1996. Mas dessa vez ninguém poderá dizer que a Fiat apenas mudou as beiradas e manteve as laterais. "Aproveitamos pára-brisa, teto e vidros das portas, o resto é tudo novo", diz Carlos Eugênio Dutra. "A gente queria que ele parecesse novo visto de qualquer ângulo." E a léguas de distância, vale acrescentar. Isso explica a cor Verde Twist (mesmo sobrenome daquele refrigerante com um toque de limão), lançada agora, assim como essa Azul Vitality. O bandeiroso Amarelo Indianápolis já fazia parte do cardápio da linha Palio, que aliás mudou pouco.

As versões EX (básica) e HLX (de luxo) saíram de linha. Restam a Fire, de carroceria antiga, que pelas previsões da Fiat será responsável por 60% das vendas, ELX 1.0 (16%), ELX 1.4 (20%) e 1.8R (4%). A reforma da grade apenas oficializa as escolhas que o mercado já fizera, assim como incorporar à versão ELX básica rodas aro 14, volante com ajuste de altura, maçanetas e retrovisores pintados e brake-light. "Se algum consumidor não percebe certo equipamento como vantagem, não dá para tornar item de série. Os bancos de veludo (opcionais desde o modelo anterior) vendem muito bem no Sul e no Sudeste, mas nem tanto no Nordeste", diz Eduardo Lages.

Outros equipamentos o público não pediu, mas fazem parte do pacote de bondades que a Fiat incorpora a cada geração do Palio, um jeito de fazer o cliente sentir-se especial. Alguns viram fracasso estrondoso, como a embreagem automatizada (da versão Citymatic, de 1999); umas valeram para marcar posição mas ainda vendem pouco, como os sensores de chuva e escuridão (de 2003, agora restritos à versão 1.8R); outras deram muito certo (caso do computador de bordo My Car, de 2003), e ainda há aquela que revolucionou o mercado (a versão Adventure). Dessa vez, como novidade a Fiat oferece o viva-voz Bluetooth como opcional e entrega de série o terceiro apoio de cabeça no banco traseiro, porta-óculos no teto, espelho de cortesia para o motorista e ganchos no porta-malas para pôr rede de prender objetos.

Esses mimos simples às vezes surpreendem nas pesquisas de opinião feitas com clientes atuais e em potencial - as clínicas. "Teve uma moça que destacou como principal vantagem do Palio a alavanca de abertura interna do tanque de combustível, que não tem nada de avançado e a gente já oferece faz tempo", diz Eduardo Lages. "Perguntamos o motivo, e ela explicou: 'É que eu gosto de morder minha chave, e não sei onde o frentista pôs a mão antes de mexer nela...'." Em outra ocasião, estavam em dúvida sobre o sistema de abertura do capô, entre manter a lingüeta de plástico que salta para fora da grade, usada na "geração 3", ou adotar uma alavanca tradicional, abaixo da tampa. "A lingüeta é engraçadinha, mas exige uma mão para puxar e outra para levantar o capô", diz Luiz Cláudio Freitas. "Percebemos como a outra era melhor ao ver uma mulher destravar e levantar num movimento só. Foi tão fácil que passou despercebido, ela nem se deu conta de elogiar."

A voz do povo
Para fabricar este Palio, a Fiat fez clínicas com 300 pessoas Brasil afora, reunidas em grupos de 15, durante o último ano. Chegou a embutir microcâmeras no painel de instrumentos, para captar, nos sorrisos e caretas, opiniões mais sinceras que as próprias palavras. A montadora se apoiou nessas pesquisas para decidir que a cabine não precisava de mudanças. Afinal, as que ocorreram são mínimas. A cobertura do porta-malas, antes acarpetada, agora é de plástico rugoso - mais barata e lavável, como no Celta. A parte interna da tampa agora trocou o revestimento de plástico por chapa, como no Fox. É uma solução que concilia beleza e redução de custos, mas dificulta o trabalho de desamassar. O cinzeiro virou um copinho (bom porque pode ficar na frente ou atrás, como no Fiesta) e sua antiga moradia, no pé do console, virou mais um porta-trecos.

As duas camadas de forração anti-ruído no assoalho e na parede corta-fogo ganharam maior gramatura. Somadas, passaram de 5,2 para 6,2 quilos. "Em decibéis, o ganho foi pequeno. Mas as freqüências mais altas de ruído, que são as mais percebidas, tiveram redução considerável", afirma João Filardi, engenheiro responsável pelo laboratório de conforto da Fiat. O Palio ficou mais silencioso abaixo de 2 500 rpm e acima de 4 000. Nem precisava, já era um carro quieto.

Nas versões ELX, os botões que estavam no meio do console (e também os botões do My Car, à esquerda do volante) migraram para as alavancas do pisca e do limpador. Serve para economizar alguns centímetros de chicote elétrico por carro, mas a Fiat diz que fez isso para melhorar a ergonomia. Se é verdade, melhor não contar aos compradores da versão mais cara, 1.8R, que não mudou.

Qualquer que seja o motivo, os botões estavam num bom lugar e agora ficaram em lugar bom. Tanto faz. Já a mudança do painel de instrumentos é mais polêmica. O marcador de combustível das versões ELX foi integrado ao novo e vistoso visor digital do computador de bordo. Assim, a linha Palio adota uma solução (mais barata) que Ford Fiesta e Chevrolet Celta acabam de abandonar. "Nossos concorrentes foram, de fato, bastante criticados", diz Carlos Eugênio Dutra. "Mas o público reclamava da medição imprecisa - e por isso pusemos nada menos que 16 'barrinhas' - e da falta de referência - por isso pusemos ao lado uma escala que mostra o tanque cheio."

Assessor técnico da Fiat, Carlos Henrique Ferreira conta que, nas clínicas, o público achou o visor digital um ponto positivo. Muito bem, mas, por favor, não comentem isso perto do comprador do Palio 1.8R. Porque o modelo mais caro, mais uma vez, foi excluído das inovações. Continua como veio ao mundo, em dezembro de 2005. Ou quase: ganhou volante forrado de couro e com costura vermelha, de série (o ELX oferece o mimo como opcional, com costura preta).

O que mudou no painel da versão esportiva foram os grafismos, com direito a uma bossa interessante: no conta-giros e no velocímetro, os números crescem não só em valor, mas em tamanho também. Com um pouco de sorte (e menos ainda de juízo), dá para chegar aos 220 km/h maiúsculos do fim da escala. A fábrica divulga velocidade máxima de 191 km/h e a relação final da transmissão foi alongada em 4%, com as novas rodas de liga leve, aro 15 (as antigas viraram opcional da versões ELX, no pacote de personalização "Attractive"). A suspensão mudou em geometria e carga de amortecedores, mas apenas para anular as alterações criadas pelas rodas maiores. Mudou para continuar igual.

A grande novidade do 1.8R é a versão duas portas. Como esportivo, existia apenas para exportação, mas não é só isso. Além de disponível, ela ficou uma graça. Repare que os vidros laterais ganharam identidade própria, não seguem mais o formato comportado da versão quatro portas. Para um Polo GTI falta muito (freios a disco nas rodas traseiras, para começar), mas quem liga, o Palio faz basicamente a mesma coisa (chama atenção e consegue estilingar de vez em quando, nos congestionamentos da cidade) por menos da metade do preço.


PALIO NO MUNDO
O Palio 4 será exportado para toda a América Latina (que também terá o Palio 3 como versão Fire). O Palio é fabricado ainda na China (gerações 2 e 3), África do Sul (geração 2) e Turquia (geração 3). E tem o Albea, Siena mais longo e largo, com eixo traseiro de Stilo e desenho diferente.


DEMAIS VERSÕES
"Siena e Weekend ficam mais para o fim do ano", diz o diretor comercial da Fiat, Lélio Ramos. Como "mais para o fim do ano", entenda qualquer dia depois de 27 de fevereiro, quando começam as vendas do hatch. Por que não trocar a linha inteira já? "Porque o Palio representa 70% das nossas vendas e o mercado está bem aquecido, tanto que abrimos o terceiro turno. É complicado mudar tudo de um dia para outro", diz Carlos Eugênio Dutra, diretor de produto.


O DESIGN
Os primeiros desenhos para o novo Palio foram feitos em setembro de 2004, no Centro Stile de Turim (o estúdio brasileiro não estava preparado). "Nessa fase, valeu de tudo. Foi a hora de fazer o improvável, para ver se valia a pena torná-lo possível", diz Peter Fassbender. Puseram lanternas traseiras no alto, o logotipo vermelho da Fiat... Faróis de dupla parábola chegaram à virar protótipos em tamanho real. Quatro meses de experimentalismo levaram a propostas como essas (clique e leia os comentários de Fassbender). A Fiat vinha de uma delicada recuperação e não tinha nenhum grande exemplo de sucesso a seguir. Aplicou a receita do Grande Punto, ainda em desenvolvimento, e percebeu que fizera a coisa certa quando ele chegou ao mercado europeu, no fim de 2005, com grande sucesso.


OS FARÓIS
»antes

»depois
Os faróis do novo Palio têm parábola simples, enquanto os do Palio Fire têm dupla parábola. Piorou, não? "É fato que eles iluminam menos", afirma Gilmar Laigner, gerente de experimentação da Fiat, "mas tiramos o foco de onde não precisava e melhoramos onde ele é mais percebido". "Custam mais barato, mas foi uma opção de estilo", diz Claudio Demaria, diretor de engenharia de produto. "Tanto que o farol do Grande Punto também é monoparábola." Veja as projeções do laboratório da Fiat e tire suas conclusões.


BOMBA D'ÁGUA
A Fiat por enquanto nega, porém sua fornecedora Dana confirma: a linha de motores Fire - do Palio - será a primeira no mundo a ter bombas d'água feitas de plástico. A nova peça será introduzida aos poucos na linha de motores Fire. A diferença visível é a carcaça preta e não de alumínio cinza, junto ao bloco do motor. Além de ajudar a baixar os custos, o plástico traz a promessa de maior durabilidade.


Ficha técnica PALIO 1.4

Motor: dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 8V, flex, injeção multiponto
Cilindrada: 1 368 cm3
Diâmetro x curso: 72 x 84 mm
Taxa de compressão: 10,3:1
Potência: 80/81 cv a 5 500 rpm
Pot. específica: 57,1/57,9 cv/l
Torque: 12,2/12,4 mkgf a 2 250 rpm
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira
Carroceria: hatch, 5 portas, 5 lugares
Dimensões: comprimento, 385 cm; largura, 164 cm; altura, 143 cm; entreeixos, 237 cm
Peso: 986 kg
Peso/potência: 12,3/12,2 kg/cv
Peso/torque: 80,8/79,5 kg/mkgf
Volumes: porta-malas, 290 litros; combustível, 48 litros
Suspensão: Dianteira: McPherson. Traseira: braços transversais
Freios: disco na dianteira e tambor na traseira
Direção: pinhão e cremalheira, com assistência hidráulica
Pneus: 185/60 R14
Principais equipamentos de série: conta-giro, computador de bordo, faróis de neblina, volante com regulagem de altura
Preço: 31 980 reais

Veredicto
É o motor certo, mas não vale 4 950 reais a mais que o 1.0 que está nas páginas seguintes.

Ficha técnica PALIO 1.0

Motor: dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 8V, flex, injeção multiponto
Cilindrada: 999 cm3
Diâmetro x curso: 70 x 64,5 mm
Taxa de compressão: 11,6:1
Potência: 65/66 cv a 6 000 rpm
Pot. específica: 65/66 cv/l
Torque: 9,1/9,2 mkgf a 2 500 rpm
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira
Carroceria: hatch, 5 portas, 5 lugares
Dimensões: comprimento, 385 cm; largura, 164 cm; altura, 143 cm; entreeixos, 237 cm
Peso: 970 kg
Peso/potência: 14,9/14,7 kg/cv
Peso/torque: 106,6/105,4 kg/mkgf
Volumes: porta-malas, 290 litros; combustível, 48 litros
Suspensão: Dianteira: McPherson. Traseira: braços transversais
Freios: disco na dianteira e tambor na traseira
Direção: pinhão e cremalheira, com assistência hidráulica
Pneus: 175/65 R14
Principais equipamentos de série: barra de proteção lateral, conta-giro, computador de bordo, Fiat Code, vidros verdes
Preço: 27 030 reais

Veredicto
A preço de Celta, vale. Tem mais espaço e itens de série que dão orgulho ao dono, como o My Car.

Ficha técnica PALIO 1.8R

Motor: dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 8V, flex, injeção multiponto
Cilindrada: 1 796 cm3
Diâmetro x curso: 80,5 x 88,2 mm
Taxa de compressão: 10,5:1
Potência: 113/115 cv a 5 500 rpm
Potência específica: 62,9/64 cv/l
Torque: 18/18,5 mkgf a 2 800 rpm
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira
Carroceria: hatch, 5 portas, 5 lugares
Dimensões: comprimento, 385 cm; largura, 164 cm; altura, 143 cm; entreeixos, 237 cm
Peso: 1 025 kg
Peso/potência: 9,1/8,9 kg/cv
Peso/torque: 56,9/55,4 kg/mkgf
Volumes: porta-malas, 290 litros; combustível, 48 litros
Suspensão: Dianteira: McPherson. Traseira: braços transversais
Freios: disco na dianteira e tambor na traseira
Direção: pinhão e cremalheira, com assistência hidráulica
Pneus: 185/60 R15
Principais equipamentos de série: aerofólio, arcondicionado, direção hidráulica, rodas de liga leve
Preço: 41 850 reais

Veredicto
Com vermelho nos cintos e no motor, o 1.8 R ajuda na ilusão de estar num esportivo. Mas um Ka XR é melhor.





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