Categoria: Crash-tests

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Que batida!

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Dois anos atrás, o NHTSA (órgão responsável por zelar pela segurança nas estradas dos EUA) realizou um crash-test curioso entre duas gerações de sedãs da Chevrolet, um Bel Air 1959 e um Malibu 2009. O resultado não poderia ter sido outro: o antigo Bel Air foi reduzido a uma pilha de destroços, enquanto o Malibu absorveu todo o impacto, garantindo a integridade de seus ocupantes (veja o vídeo clicando aqui).

Agora, é a vez do programa “Stuntbusters” (uma espécie de “Mythbusters” especializado em carros) realizar uma experiência semelhante, mas com um Cadillac Sedan 1962 e um Cadillac DeVille 2002. Antes do impacto, foi colocado um acelerômetro para medir a força G no momento do impacto e um dummy (boneco usado em crash-tests) no banco do motorista do carro antigo. Puxados por um cabo de aço de alta resistência, os veículos atingiram aproximadamente 80 km/h até baterem de frente. A colisão gerou impacto semelhante a jogar o carro de uma altura equivalente a 18 andares.

O resultado é tão impressionante quanto o teste feito pelo NHTSA e mostra a importância de tecnologias presentes nos modelos atuais, como zonas de deformação programadas, airbags e, claro, os cintos de segurança.

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Só o pó

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Os crash-tests realizados a pouco mais de 60 km/h já causam espanto por conta da violência do impacto. E o que dizer de uma batida a quase 200 km/h?

Se você acha difícil de imaginar o resultado de uma catástrofe de tais proporções, o pessoal do programa Fifth Gear trouxe a resposta. Eles pegaram um Ford Focus e o levaram a 192 km/h, parando apenas ao bater de frente em uma barreira sólida usada nos testes de colisão. O resultado é assustador.

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New Fiesta contra a parede

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O New Fiesta é o principal lançamento da Ford para este ano e já chega cercado de expectativa. Moderno (trata-se da mesma geração vendida na Europa) e com uma generosa lista de itens de série, o modelo vai disputar mercado com rivais como o Honda City e o Kia Cerato.

Mas como não basta ter uma carinha bonita para conquistar a garagem dos motoristas, o renomado instituto IIHS realizou uma série de testes de impacto com o carro. O resultado não poderia ter sido melhor para a Ford: o New Fiesta recebeu a nota máxima e foi premiado como um dos melhores veículos de sua categoria.

Veja abaixo os testes de impacto frontal, lateral e no crash-test offset, que simula uma colisão na diagonal dianteira do veículo.

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Todo cuidado é pouco

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Em dias de Copa do Mundo, muitos torcedores acabam se esquecendo da segurança e do bom-senso na hora de comemorar uma vitória de sua seleção. Não é raro ver na televisão imagens de pessoas debruçadas nas portas ou com a cabeça para fora do teto solar dos carros, que andam pelas avenidas buzinando sem dó.

A seguradora alemã Allianz decidiu simular um crash-test em que os passageiros estivessem viajando nestas condições, que desafiam as leis da Física e da segurança.

O vídeo está em alemão, mas as imagens dispensam comentários.

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Pequeno contra o muro

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O iQ é considerado pela Toyota como o menor automóvel para quatro ocupantes do mundo.

Apesar de ser concebido para transportar três adultos e uma criança, o carrinho impressiona pelo espaço interno notável para um veículo com menos de 3 metros de comprimento (o iQ é pouco mais do que 20 centímetros maior do que o smart fortwo).

O renomado instituto EuroNCAP decidiu testar a segurança do pequeno japonês e submeteu o modelo aos tradicionais testes de impacto diagonal(contra uma barreira a 64 km/h) e lateral.

E não é que o iQ se saiu muito bem na hora da verdade?

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Choque de gerações

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O órgão responsável pela segurança do trânsito nas estradas dos Estados Unidos (IIHS) está completando 50 anos de existência e fez um crash-test bem especial para comemorar seu meio século de vida.

O teste reuniu um Chevrolet Malibu 2009 e um Bel Air 1959 para mostrar a evolução da segurança nos carros. A colisão expõe como os sistemas de segurança passiva – como os airbags – e o avanço na tecnologia de deformação programada (que garante a integridade do habitáculo) são fundamentais para proteger a vida dos ocupantes.

O veredicto do IIHS é esperado: o motorista do Malibu sofreria apenas leves ferimentos na altura do joelho. Já o condutor do Bel Air teria morte instantânea.

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Segurança dos tempos

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Desde a invenção do cinto de segurança, em 1959, a segurança dos veículos evoluiu de forma impressionante.

Os equipamentos desenvolvidos pelas montadoras e os conceitos de zonas de deformação programadas garantem a absorção do impacto antes de o mesmo ser transmitido à cabine, preservando os passageiros em praticamente todos os tipos de colisões.

Mas o que acontece se colocarmos, frente a frente, um modelo da década de 80 com um veículo atual, projetado dentro das rígidas normas de segurança européias?

O teste do programa “Fifth Gear” mostrou o resultado de um crash-test frontal entre uma perua Volvo 940 – fabricado pela montadora que é referência em segurança veicular mundial - e uma minivan Renault Modus, premiada com cinco estrelas pelo renomado instituto EuroNCAP.

O resultado é impressionante.

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Duro na queda

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O smart fortwo é um dos menores carros já construídos em todos os tempos. O microcarro – que também é vendido no Brasil – é conhecido por sua versatilidade (graças ao tamanho reduzido de 2,7 metros) e também pelo visual irreverente.

Mas o que poucos sabem é que, apesar de muito pequeno, o fortwo é um carro muito seguro. Em um teste realizado pelo órgão responsável pela segurança viária nos Estados Unidos (IIHS), o carrinho se saiu muito bem, garantindo a integridade dos dois dummies nos testes de colisão frontal e lateral.

A célula de sobrevivência se mostrou muito resistente e as colunas “A” não deformaram após o impacto. Em comparação com veículos maiores, o pequeno fortwo não faz feio.

O bom resultado também foi atestado pelo renomado instituto Euro NCAP. Em 2007, o smart recebeu quatro estrelas de um máximo de cinco possíveis.

Portanto, se você quer comprar um fortwo, mas temia por sua segurança em acidentes, não se preocupe.

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O pior crash-test do mundo

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Ok, tá certo que o teste foi realizado a 100 km/h – velocidade bem superior à maioria dos crash-tests, que não ultrapassam 60 km/h – e que o carro não é a última palavra em tecnologia, mas…

O teste foi realizado em 1992 e o veículo é um Holden, fabricado pela subsidiária australiana da General Motors. Segundo informações, o carro estava com um lastro de areia de 300 quilos na região dos pedais e do porta-malas e um dummy estava sentado no banco traseiro.

Essa doeu…

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Davi x Golias

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O título pode até ser manjado, mas o vídeo abaixo mostra bem como o tamanho faz diferença. O crash-test promovido pelo instituto alemão ADAC confrontou o compacto Fiat 500 e o SUV Audi Q7.

A locução está em alemão, mas não é preciso entender o idioma para tirar suas conclusões.

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