
Os surfistas conhecem o dilema: ao transportar suas pranchas, ou elas vão dentro do carro (o que é perigoso e ocupa espaço) ou vão presas no teto, fixadas a um rack ou bagageiro. O problema é que na volta da praia o rack ficará por ali sem uso um bom tempo, já que dá um trabalhão desmontá-lo mais tarde. Isso quando ele não exige a furação da lataria.
Para quem não quer nem estragar o teto nem ver aquela peça sem uso presa no veículo, alguns fabricantes de acessórios desenvolveram racks móveis que podem ser instalados em poucos minutos e retirados com facilidade. Outra vantagem é o preço, pois eles variam de 60 a 200 reais, enquanto os convencionais vão de 120 a 400 reais, na média. Para o teste, convidamos o especialista Roberto Michell, com 30 anos de experiência em surfe, windsurfe, kitesurfe e mergulho. "Os racks móveis são produtos úteis e que facilitam o transporte das pranchas para viagens curtas. A praticidade de instalação é o principal destaque, podendo ser retirado em menos de 5 minutos", diz o especialista.
Quem também nos ajudou no teste foi o fisioterapeuta Luis Ricardo Gandolfi, que costuma viajar nos fins de semana para surfar nas praias do litoral paulista. "Já tinha utilizado fitas para prender minhas pranchas, mas gostei mais desses produtos, que são muito práticos", afirma.
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Roberto Michell, 47 anos, empresário, praticante de esportes aquáticos como windsurfe, surfe, kitesurfe e mergulho há mais de 30 anos, não fica um fim de semana sem levar pranchas para uma viagem à praia.
Luis Ricardo Gandolfi, 30 anos, fisioterapeuta, surfista eventual, gostou da experiência de testar os racks móveis pela primeira vez.




