
Parece que foi ontem que seu filho deixou o bebê-conforto e passou a usar a cadeirinha. Eis que outro dia você entrou no carro e notou que suas pernas já escapam da cadeirinha. Mais: ele passou a reclamar da falta de espaço quando alguém viaja no banco dianteiro do passageiro. Com ele prestes a completar 4 anos de idade (ou perto de chegar a 18 kg), é hora de trocar a cadeirinha pelo assento de elevação, o popular booster.
Mas qual modelo escolher? No mercado há várias opções, dos mais simples aos mais sofisticados, com ajustes de altura do cinto. O importante é que todos tenham o selo do Inmetro, que é obrigatório e atesta que ele é seguro. Para o teste, selecionamos quatro marcas: Chicco, Graco, Infanti e Peg-Pérego. Mas fique de olho, pois algumas cadeirinhas já vêm com o assento de elevação, bastando, para isso, descartar o encosto. Quando não for o caso, o mercado oferece diversas opções. "No exterior há até assentos infláveis", diz nossa especialista Alessandra Françoia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura.
Para quem não sabe, o booster serve basicamente para que o cinto passe adequadamente pelo corpo da criança (pelo meio do ombro, centro do peito e sobre os quadris), devendo sempre ser usado com o cinto de três pontos no banco de trás.
R$ R$ 49
R$ R$ 79
R$ R$ 129
Alessandra Françoia
, 38 anos, jornalista, coordenadora nacional da ONG Criança Segura, onde atua há mais dez anos, dedicada à prevenção de acidentes com crianças de 0 a 14 anos.
Renata Meier Cardoso, 36 anos, secretária, mãe de Luiza, 2 anos, está pensando em migrá-la da cadeirinha para o booster. Desde que saiu da maternidade, só usa dispositivos de retenção apropriados.




