Pneus: sete curiosidades da era dos extremos

Do maior ao mais caro, conheça sete superlativos do mundo dos pneus

O mais conectado

(Divulgação/Divulgação)

A Pirelli apresentou no Salão de Genebra, em março, seus primeiros pneus com sensores que “conversam” com um aplicativo de celular, fornecendo uma série de informações ao motorista: desgaste, pressão, temperatura, hora ideal da troca etc.

Eles estrearão nos EUA este ano, na linha Connesso, para carros esportivos. Muitos automóveis já avisam quando o pneu precisa ser calibrado, mas não o momento da troca ou se a temperatura está alta demais em certas condições de condução.

O uso de aplicativos desse tipo já é comum em frotas de veículos pesados, mas estava demorando para chegar aos carros de passeio.

 

O maior do mundo

(divulgação/Internet)

Se você achou caro o jogo de pneus do Bugatti Chiron, saiba que seu conjunto custa o mesmo que um único pneu do caminhão de mineração Caterpillar 797F, o mais monstruoso da atualidade. Os modelos 59/80 R63, feitos apenas pela Michelin e pela Bridgestone, têm 4 metros de altura e custam em média US$ 42.500.

Na foto, uma boa referência da sua grandiosidade: o ex-jogador de basquete Shaquille O’Neal (2,16 m) mal passa da metade.

 

O mais largo

(divulgação/Internet)

O renovado Lamborghini Aventador S, lançado no início deste ano, tem os pneus traseiros mais largos entre os carros de produção em série. São 355 milímetros em seus dois Pirelli P Zero do eixo de trás. A medida já foi usada no Aventador da geração anterior, na série especial SuperVeloce, limitada 600 unidades.

E o Lambo não está sozinho nessa: o Bugatti Chiron tem mesma largura em seus pneus Michelin Pilot Sport Cup 2S 355/25 ZR21 traseiros.

Outro que ostenta pneus traseiros capazes de rivalizar com os dessa dupla europeia é o Dodge Viper, cupê norte-americano que está deixando de ser produzido depois de cinco anos de sua segunda encarnação.

Mas nenhum deles bate o recorde do finado Bugatti Veyron, que era equipado com pneus traseiros com 365 mm de largura na banda de rodagem.

 

O mais exclusivo

(divulgação/Dodge)

A onda da personalização começa a chegar ao segmento de pneus para modelos superesportivos. O recém-lançado Pagani Huayra Roadster usa um jogo Pirelli PZero Corsa de 21 polegadas na traseira e 20 polegadas na frente. O detalhe é que seu design foi desenvolvido em conjunto com Horacio Pagani, dono da marca italiana.

Por isso, cada pneu foi brindado com o logotipo “HP” na lateral. Quem aderiu a essa moda foi o espantoso Dodge Challenger STR Demon (foto acima), que acaba de ser exibido no Salão de Nova York. Na borda de cada pneu pode-se ver o desenho do diabinho, símbolo da versão que supera em desempenho o já infernal Challenger Hellcat.

 

O menor

(reprodução/Internet)

O inglês Wind-Up é o menor carro do mundo autorizado a rodar na rua. Com 1,32 metro de comprimento, 1,04 de altura e 66 cm de largura, tem motor de 150 cm3 e leva só motorista.

Seus pneus têm aro 8, com 8,9 cm de banda atrás e 6,4 à frente – as traseiras são do scooter Honda Monkey dos anos 70, e as dianteiras, da motoneta Brockhouse Corgi usada por militares ingleses nos anos 40 e 50. O Wind-Up não está à venda: ele foi construído só para entrar no Guinness Book.

 

O mais caro

(divulgação/Bugatti)

Além de ter um dos pneus mais largos entre os carros de série, o Bugatti Chiron detém outro recorde impressionante: os mais caros pneus de automóveis do planeta. O exclusivo jogo do Michelin Pilot Sport Cup 2S custa US$ 42.000, o equivalente a um VW Golf R completo nos EUA.

É caro até mesmo para quem pode se dar o luxo de desembolsar US$ 2,6 milhões pelo superesportivo francês. Para complicar, o fabricante sugere que na terceira troca dos pneus, as rodas (20 polegadas na dianteira e 21 na traseira) também sejam substituídas.

 

O mais exótico

(reprodução/Internet)

Já imaginou pneus que têm em sua composição uma mistura de cascas de ovos e de tomates? Cientistas da Universidade de Ohio (EUA) descobriram que essas cascas, largamente descartadas pela indústria alimentícia (e um problema ecológico em si, pois em geral vão para aterros), podem substituir alguns materiais, particularmente o óleo “carbon black”, usado para produzir a borracha que dá a coloração negra deles.

Testes já mostraram que não há perda de características de performance. Agora os cientistas trabalham para escurecer a coloração marrom avermelhada desses pneus, para que fiquem mais parecidos com os tradicionais modelos pretos. Se vingarem, não será algo 100% inédito: a Yokohama tem usado óleo de casca de laranja em alguns de seus pneus verdes, em substituição a certos compostos derivados de petróleo.

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